Ainda o Casa Pia - Futebol Benfica
Na sequência do post anterior e devido ao que foi escrito pelo Jornal "Record", a direcção do Futebol Benfica pediu que publicássemos o seguinte em resposta ao referido jornal:
Na sequência do post anterior e devido ao que foi escrito pelo Jornal "Record", a direcção do Futebol Benfica pediu que publicássemos o seguinte em resposta ao referido jornal:
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quarta-feira, setembro 26, 2007
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No jogo entre o Casa Pia e o Futebol Benfica, passou-se alguma coisa no final do jogo ou não?
Começamos por saber de algo quando lemos o jornal "Record" na segunda-feira que na penúltima pagina publica o seguinte:
David Dias, árbitro do jogo disputado em Pina Manique, foi agredido por um jogador dos visitantes no decorrer do jogo, que terminou com uma vitória do Casa Pia AC por 1-0.
No final o árbitro terá sido alvo de ameaças por parte de dirigentes do C Fut. Benfica. David Dias teve que ser ainda assistido no Hospital de Vila Franca de Xira a vários hematomas. Por seu turno alguns adeptos do "Fofó", alegam que este árbitro tem vindo a prejudicá-los sistematicamente, ainda assim, não existe motivo algum para se chegar a agressões.
Espreitamos os comentários do site "zerozero" acerca desse jogo:
por miguels: Do jogo em si para uma distrital não achei mau jogo já que as equipas encaixaram-se muito uma na outra e como são duas equipas competitivas foram muito equilibradas!
Numa arbitragem que a meu ver esteve em bom nível,(quem dera que em todos os jogos fosse assim)no final do jogo esse selvagem do Fut.Benfica agrediu o arbitro!
Homens como esse senhor e até mm o otário do presidente do clube deviam ser banidos do futebol!
Qual é a moral do homem para fazer o que fez depois de um atleta do seu clube agredir o arbitro!
Tenham vergonha e ajam em conformidade como o que se passou dentro de campo!
por piresgn: A arbitragem foi um nojo o golo do casa pia só foi possível graças a uma falta escandalosa que não se percebe como é que não é assinalada e se o didi foi aos cornos aquele [...] do arbitro só há que chorar as que caíram no chão, depois daquilo que ele disse ao nosso jogador esse verme devia ser corrido da AFL.
por miguels: Sinceramente não vi nada no golo!
Atenção não sou adepto de nenhuma das equipas e desloquei-me ao campo apenas com o intuito de ver uma partida de futebol!
Vi uma disputa de bola, cada jogador cai para seu lado o do Casa Pia foi mais rápido e origina o golo!
Quanto agressão acho que foi mesmo o mais baixo nível que possa haver!
Já agora que disse o arbitro ao jogador?
Eu sinceramente só o vi a exibir a cartolina vermelha e ver a agressão do jogador.
por zoran ban: Eu sinceramente para mim também não é falta foi um lance dividido o avançado do casa pia foi mais forte e mais rápido. Acredito que dentro de campo o arbitro pudesse estar com aquele tipo de ameaças para os jogadores do Fut Benfica (da bancada não da para ouvir nem ver) mas sinceramente uma equipa que por tudo e por nada protesta com o arbitro e poucos amarelos vê por isso... relembro há duas épocas na descida frente ao Torreense Yannick Djaló foi expulso num lance onde nem se viu ele a protestar com o arbitro. Quanto à vitoria do Casa Pia continuo a achar que foi justa embora o Fut Benfica tenha sido mais dominador durante quase todo o jogo embora as mais flagrantes oportunidades e a equipa que mais tentou jogar à bola foi o Casa Pia.
Não se chega a grandes conclusões.
Mas o "Noticias da Manhã" hoje publicou o seguinte:
por Paulo Figueiredo
No final de um jogo aparentemente pacífico entre Casa Pia e Futebol Benfica, a contar para a Divisão de Honra, da AF Lisboa, que terminou com vitória dos “gansos” por 1-0, o árbitro David Santos expulsou Didi, defesa do Futebol Benfica, alegadamente por uma agressão que o terá mesmo obrigado a receber assistência no Hospital Reynaldo dos Santos, em Vila Franca de Xira.O NM falou com Domingos Estanislau, presidente do Futebol Benfica, que negou as acusações: “Não se passou nada que justifique tanto alarido. No final da partida, o Didi apenas se abeirou do árbitro para o cumprimentar aproveitando para lhe dizer que quem tinha ganho o jogo não tinha sido o Casa Pia, mas sim a equipa de arbitragem. Este reagiu mal dizendo-lhe que não cumprimentava pretos e insultando-o de seguida”. Questionado porque motivo o árbitro iria, alegadamente, inventar esta agressão, Domingos Estanislau foi claro: “Há quatro anos, este senhor prejudicou-nos num célebre jogo que ditou a subida do Tires ao Nacional e a nossa permanência no Distrital. Vencíamos o jogo por 1-0 até que este árbitro se lembrou de prolongar o jogo por mais 12 minutos. Num pontapé de canto, o Tires empatou e o jogo acabou de imediato. Como não calei a minha revolta e o senhor árbitro nunca mais foi promovido, este acusa-me de ser o responsável por essa situação”. Além de ter acusado Didi de o ter agredido, o árbitro David Dias acusa ainda os dirigentes do “Fófó” de o terem ameaçado. Domingos Estanislau volta a negar tudo: “Todos os dirigentes do Futebol Benfica, comigo incluído, estavam na bancada excepto o delegado ao jogo, Climério Ferreira. Quando desci para ir cumprimentar os jogadores à cabina nem sequer vi o árbitro. Ninguém o ameaçou”. Estanislau, presidente do Futebol Benfica há 20 anos, não só negou o teor das acusações como garantiu que vai fazer uma exposição à Associação sobre o caso: “Este senhor é racista, como tal, não me parece que esteja devidamente preparado para arbitrar”. O presidente do Futebol Benfica duvida ainda da assistência médica ao árbitro, frisando que tudo irá fazer para saber se este sempre deu entrada no Hospital Reynaldo dos Santos. “Se tivesse mesmo sido agredido porque é que não foi logo a um hospital aqui de Lisboa?” questiona Estanislau, afirmando ainda que Didi havia apresentado queixa contra o árbitro na esquadra de Benfica.
Delegado confirma presidente
Climério Ferreira, delegado ao jogo do Futebol Benfica, confirma tudo o que Estanislau disse, afirmando que este árbitro não só “é bastante prepotente como também não respeita os atletas” Climério Ferreira, que passou pela cabina do árbitro, já depois de tudo estar mais calmo, para assinar o boletim do jogo, afirma que este se queixou de uma dor nos ouvidos mas que não havia nenhum sinal de agressão. Por último, resta acrescentar que o comandante da polícia presente no estádio não se apercebeu da suposta agressão não tendo, por isso, identificado ninguém.
Entretanto, o NM apurou que o árbitro David Dias deu mesmo entrada no hospital Reynaldo dos Santos na noite de domingo, preparando-se para adicionar o relatório médico ao seu próprio relatório de jogo.
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quarta-feira, setembro 26, 2007
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Ericeirense-Malveira
2004-05....---
2005-06....3-0...Ericeirense
2006-07....1-2...Malveira
Ponterrolense-Povoense
2003-04....1-1
2004-05....1-2...Povoense
2005-06....1-1
2006-07....---
Encarnacense-Lourel
2003-04....---
2004-05....0-1...Lourel
2005-06....2-3...Lourel
2006-07....---
Oeiras-Os Bucelenses
2003-04....---
2004-05....4-0...Oeiras
2005-06....---
2006-07....---
Fut Benfica-Pêro Pinheiro
2003-04....1-1
2004-05....7-0...Fut Benfica
2005-06....---
2006-07....5-2...Fut Benfica
Nota: As restantes partidas não apresentam resultados em relação às últimas épocas
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Menthor
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terça-feira, setembro 25, 2007
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A 4º Jornada opõe Sintrense-At Cacém, duas equipas da região habitues da 3ª Divisão. Nos anos oitenta os jogos entre ambos apaixonava a linha de Sintra. Na década de 90 com descidas aos distritais por parte do Cacém a algumas subidas à 2ºDivisão da equipa de Sintra, os confrontos entre ambos rarearam. Paixão essa que regressa habitualmente neste século, a partir de 2004
1980-81....???
1981-82....---
1982-83....0-1...Cacém
1983-84....1-0...Sintrense
1984-85....---
1985-86....???
1986-87....???
1987-88....???
1988-89....2-0...Sintrense
1989-90....---
1990-91....---
1991-92....---
1992-93....---
1993-94....---
1994-95....---
1995-96....---
1996-97....---
1997-98....---
1998-99....---
1999-00....???
2000-01....---
2001-02....---
2002-03....---
2003-04....---
2004-05....1-1
2005-06....3-2...Sintrense
2006-07....1-1
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Menthor
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terça-feira, setembro 25, 2007
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O Rio de Mouro efectuo os seguintes jogos de preparação:
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terça-feira, setembro 25, 2007
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Marcadores: futsal, rio de mouro
O Plantel da equipa de Juniores do Sintrense para a época 2007/2008 é o seguinte:
Guarda redes: André Pacheco e Tiago Bernardo (ex-Agualva);
Defesas: Frederico Aleixo, Wilson (e-Juvenil), Batista, Rúben Meireles, Cerqueira (ex-Juvenil); Teixeira (ex-Juvenil) e Mamadu Djão (ex-Bissau);
Médios: Duarte Matos, Parente (ex-União Mercês), Bebeto, Couto, Bernardo (ex-Juvenil) e Pinguito (ex-Juvenil);
Avançados: Rui Barroso, André Fernandes, Carlitos (ex-Lourel). Rijo (ex-União das Mercês), Pedro Rodrigues (ex-Juvenil), Ricardo roque (ex-Juvenil) e Varela;
Treinadores: Luís Proença e Miguel Brito
Jogos já efectuados:
12.set - Sintrense 5 - Belas 0
15.set - Sintrense 0 - Galitos FC Barreiro 2
19.set - Sintrense 4 - Algueirão 1
22.set- Sintrense 3 - Almada 0
23.set- Escouralense (seniores) 5 - Sintrense 2
29.set - Sintrense - Samora Correia
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terça-feira, setembro 25, 2007
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Retirado do site do Sintrense
Fazendo parte do seu programa de mandato, a Direcção do Sport União Sintrense avançou nesta Sexta-Feira para a construção do novo campo de futebol com relvado sintético, o qual se passará a designar por "Campo nº 3" do Complexo Desportivo do Sport União Sintrense.
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terça-feira, setembro 25, 2007
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terça-feira, setembro 25, 2007
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Marcadores: jogo de preparação, juniores, sintrense 1º dezembro
344 visitas - 485 entradas - (24-Setembro-2007)
Obrigado a todos meus amigos. Vocês ajudam-nos a crescer. E cada vez somos maiores graças a vocês todos. Vamos continuar neste caminho para informar cada vez melhor...
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terça-feira, setembro 25, 2007
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Marcadores: record
Estão disponibilizados os números da 2ª jornada da Divisão Honra AFL. Ainda com alguns erros que vamos corrigindo com as vossas informações ao longo da semana. Se justificar faremos uma actualização ainda no decorrer desta semana, caso contrário, só o faremos já com os números da 3ª jornada. Seria mais fácil se todos os clubes nos dessem directamente as informações, mas aos poucos, vai havendo mais gente a colaborar.
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terça-feira, setembro 25, 2007
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Marcadores: 2ª jornada, divisão de honra afl, estatísticas
Publicado no Noticias da Manhã
Por José Túlio
Vila Verde 2-6 Freixieiro
Um golo de David a meio da primeira parte parecia lançar sábado o Vila Verde num regresso de sonho à primeira divisão, três anos depois da equipa de Sintra ter descido de divisão após uma derrota inglória, em casa, por 1-3, com o Sporting de Pombal, na última jornada do campeonato de 2004/2004, no entanto, o “candidato” Freixieiro não se deixaria impressionar e aos poucos aproveitaria a “manta curta” da equipa de Naná para virar o resultado e alcançar uma vitória tão justa como natural face à diferença de valores que estiveram dentro da quadra.
“Não deu para mais” reconheceria no final da partida ao "NM" o treinador da casa, Naná, numa alusão à forma como o seu Vila Verde não fora capaz de aguentar a vantagem até ao intervalo, muito por obra da acção do “internacional” Israel, que, a menos de dois minutos do fim, cortara um contra-ataque do Vila Verde para o transformar no golo do empate dos matosinhenses. “Não é por acaso que o Freixieiro é candidato ao título. São jogadores melhores que os do Vila Verde, e, a partir de determinada altura, começaram a fazer a diferença em termos individuais, principalmente, na finalização”, defenderia ainda Naná, para quem a “coragem” dos seus jogadores deveria ser motivo de realce: “Gostei muito da equipa. Houve um ou outro jogador que esteve uns furos abaixo do que esperava, mas, mesmo assim, tenho de estar satisfeito porque a equipa não se ressentiu fisicamente e conseguiu complicar e dar trabalho a um adversário que é de outra realidade. Lutamos muito para conseguir outro resultado, mas não foi possível devido à boa exibição do Freixieiro, por isso, estou de consciência tranquila”.
Por isso, Naná já só pensava na deslocação do próximo sábado a casa do Instituto D. João V, equipa que tem estado aquém das suas melhores expectativas neste início de campeonato: “Não acredito em facilidades. O adversário tem a obrigação de ganhar, mas o Vila Verde vai lá para fazer o seu jogo e dentro dos princípios que são seu apanágio tentar uma vitória. Por outro lado, queremos fazer um bom jogo para mostrar que o Vila Verde não vai ser um adversário difícil de bater apenas em casa. Fora, também vamos dar trabalho”.
Faltou experiência
Numa equipa com uma média de idades a rondar o 22 anos, o Vila Verde iria sofrer com o facto de na segunda parte querer esticar a manta. Enquanto, empatado ou em vantagem no marcador, durante a primeira parte, fora possível defender perto da baliza de Libânio e apostar no contra-ataque como medida para surpreender o Freixieiro - e nesta fase o Vila Verde sentira-se muito cómodo na sua acção -, a equipa de Sintra seria obrigada a esticar o jogo poucos minutos depois do reatamento, face a um golo de Ricardo, que colocara os de Matosinhos em vantagem. A perder, os jovens do Vila Verde foram impetuosos demais e cairam na “ratoeira” preparada, ao intervalo, por Joaquim Brito ao quererem pressionar em campo todo. O técnico matosinhense lançara Miguel Mota para jogar bem perto da baliza do Vila Verde e alterara o sistema de 3x1 para um 2(Ivan e Israel) x1 (Wilson) x1 (Miguel Mota), e, com isso, conseguira esticar o jogo a todo o campo permitindo que as finalizações aos seus jogadores fossem mais fáceis porque o espaço livre junto da baliza de Libânio passar a ser maior.
“O Miguel é dos melhores jogadores em Portugal a jogar nesta função. Já com o Nogueirense tinha estado muito bem, porque a sua acção permite que o Israel e o Ivan tenham mais linhas de passe”, reconheceria ao NM o treinador matosinhense, Joaquim Brito, que, mesmo assim, aproveitaria a nossa reportagem para “dar os parabéns” ao Vila Verde: “Estiveram muito bem. Criaram-nos dificuldades e o resultado só atingiu estes números porque fizemos a diferença em termos físicos. De qualquer forma, pareceu-me uma equipa bem montada, com jovens de qualidade e que brevemente serão referências da modalidade”.
Em suma, uma vitória natural da equipa mais forte e candidata ao título e uma boa exibição do Vila Verde, que, no entanto, deverá merecer da parte dos responsáveis directivos uma análise atenta. É que, apesar do bom desempenho, pareceu evidente que Naná precisará ao longo da época de mais um ou outro jogador com experiência para evitar dissabores. No mercado, há atletas de valor que estão sem colocação, e, caso seja possível em termos financeiros, não deveriam ser de descartar porque tornariam a equipa mais equilibrada entre a juventude e a experiência. O “capitão” Miguel poderá não chegar para todas as encomendas, já que na divisão principal o controlo do ritmo do jogo faz muitas vezes a diferença e a juventude não é capaz de o fazer tão bem como os mais experientes. Por exemplo, sábado, em vantagem no marcador, sofrer um golo a minuto e meio do fim em contra-ataque só foi possível porque os jovens do Vila Verde não tiveram discernimento para jogar com o relógio e perceber a importância de ir para intervalo em vantagem (e Naná bem que gritava para acalmar o ritmo). A forma fogosa como a equipa quis fazer um contra-ataque naquela altura revelou-se fatal para as aspirações do Vila Verde, porque o Freixieiro soube aproveitar da melhor forma para na resposta empatar a partida.
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terça-feira, setembro 25, 2007
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Marcadores: 1ª divisão nacional, 2ª jornada, futsal, vila verde
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Por Paulo Figueiredo
Linda-a-Velha 3-0 Ericeirense
Depois de ambas as equipas terem sido derrotadas na jornada inaugural, este jogo revestia-se de especial importância para os dois conjuntos. A jogar em casa, o Linda-a-Velha entrou muito bem na partida, tendo beneficiado de duas soberanas ocasiões nos primeiros cinco minutos de jogo. Todavia, Luís Santos, por duas vezes em excelente situação, não conseguiu levar a melhor perante o guardião Chicha.
Os visitantes reagiram mas, pese o domínio territorial, não criaram uma verdadeira situação de perigo na primeira parte. Um livre de Dinis, aos 18 minutos, que passou ao lado da baliza de Pedro foi o lance mais perigoso protagonizado pelos pupilos de Pedro Abranja na primeira parte do encontro.
Aos 36 minutos, e numa fase em que o jogo se encontrava equilibrado, o Linda-a-Velha inaugurou o marcador. Serrinha, à segunda e já depois de Chicha ter impedido que a bola entrasse no primeiro remate, abriu o activo concluindo da melhor forma uma excelente assistência de Luís Santos.
O golo moralizou o Linda-a-Velha que, mesmo a vencer, não tirou o pé do acelerador. O segundo tento dos locais esteve à vista antes mesmo do intervalo mas Nascimento, completamento sozinho, cabeceou incrivelmente ao lado, não dando o melhor seguimento a um cruzamento com conta, peso e medida efectuado por Serrinha. Ao intervalo, o Linda-a-Velha vencia com justiça.
LOCAIS FAZEM SOFRER ADEPTOS ATÉ AO FIM
Na etapa complementar, o Ericeirense entrou melhor e, aos 51 minutos, podia ter restabelecido a igualdade. No entanto, Flávio não teve arte nem engenho para bater o seguríssimo Pedro, gorando-se uma excelente ocasião.
O Linda-a-Velha reagiu, tomando novamente conta do jogo. A equipa da casa beneficiou então de algumas oportunidades soberanas para resolver a partida mas o desperdício no capítulo da finalização manteve-se. Baldé, o jogador mais avançado da equipa local, foi o jogador mais perdulário em todo o encontro.
Com tanto desperdício e mantendo-se o resultado em 1-0, o Ericeirense acreditou até ao fim que podia, pelo menos, chegar à igualdade. Sem nada a perder, Pedro Abranja abdicou do lateral Nuninho terminando a partida a jogar com apenas três defesas. O técnico dos visitantes arriscou mas não foi muito feliz na sua aposta. Já nos descontos, e quanto todos pensavam que o Linda-a-Velha ia vencer pela margem mínima, os locais aproveitaram o adiantamento do adversário para marcar dois golos em outros tantos minutos. Fábio, após jogada de insistência, e Baldé, depois de um erro de Chicha, colocaram o marcador em 3-0, um resultado demasiado pesado para o Ericeirense que, pelas dificuldades que criou ao seu adversário, não merecia um resultado tão desnivelado. Arbitragem positiva.
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terça-feira, setembro 25, 2007
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Marcadores: 2ª jornada, divisão de honra afl
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Por Fernando Carvalho
A 2ª Eliminatória da Taça de Portugal, Série D, acasalou o Real a disputar o Nacional da 2ª divisão e o Igreja Nova, a militar no Nacional da 3ª, que se defrontaram no Complexo desportivo do primeiro, em Massamá.
Desde o apito inicial que o Real se posicionou no meio terreno do antagonista que em dois momentos (4 e 12 minutos) poderiam ter-se adiantado no marcador com dois remates de Fernando Ferreira aos quais se opôs, com duas defesas de categoria, o experiente Formiga, mantendo assim as suas redes incólumes. Este “duelo” foi interrompido por lesão do jogador da casa que foi substituído, decorria o minuto 31.
Finalmente, ao minuto 39, o Real fazendo jus ao seu maior pendor ofensivo, numa insistência atacante pelo lado direito, colocou a bola no poste contrário onde Edinho, após contornar um defensor contrário e com ângulo reduzido, rematou para o fundo das redes, colocando a sua equipa na frente do marcador. Até final do primeiro período ainda se observou nova boa defesa de Formiga que evitou males maiores para as suas cores que só esporadicamente conseguiram apoquentar a defensiva da casa nesta primeira parte.
No início do segundo período, observou-se uma equipa visitante mais afoita no ataque ao meio campo contrário e que conseguiu um maior equilíbrio, isto é, o jogo a distribuir-se pelos dois meios terrenos, com os donos da casa a escudar-se no magro tento de avanço no marcador. Contudo, a turma visitante apesar de pressionar o seu antagonista, fazia-o mais com o coração do que cabeça, daí o Real não ter grande dificuldade em anular as surtidas contrárias, fazendo escoar o tempo de jogo e assim ter levado a “água ao seu moinho”, isto é, passar à eliminatória seguinte, diga-se, com justiça, apesar do jogo não ter sido muito bem jogado e agradado a quem o observou. Arbitragem de bom nível, apesar de, quanto a nós muito “justiceira”, face aos muitos cartões mostrados.
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terça-feira, setembro 25, 2007
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Marcadores: 2ª eliminatória, real, taça de portugal
Nesta Jornada o destaque colectivo vai para as vitorias forasteiras do Tojal e do Encarnacense.
Todavia o facto de tanto os da Encarnação como do Tojal estarem habituados a um campo semelhante pode ter sido importante, ou seja os seus técnicos tanto na Torre (Cascais) como na Póvoa de Santa Iria não precisaram de fazer grandes alterações tácticas, até porque vinham de resultados positivos. Mas há (quase) sempre mérito de quem vence fora. Parabéns.
O destaque individual vai para Diogo Ribeiro o 10 do Malveira com a obtenção de 2 golos.
Neste momento o Diogo Dinis do S.L.Olivais lidera com 3 golos.
Agora falhei 2 jogos (quando na semana anterior apenas falhara apenas um), mas em 18 jogos falhar apenas 3 não é mau, e esta era uma semana difícil, acreditem. Prever que o Oeiras não venceria, o mesmo para a derrota do Musgueira, e ambos tinham vencido por 4-0 foi arriscar forte.
Apesar de considerar que o Tojal vai (está) fazer bom campeonato, não esperava a sua vitória na Póvoa (com 10 desde muito cedo), assim como esperava que a maior experiência do F.Benfica fosse determinante, para não perder, afinal não foi assim. Mas acertei em 7 jogos, nada mau.
Os "gansos" já me enganaram 2 vezes, assim sendo, na próxima pevisão colocarei 1 de "caras" quando receberem o "meu" L-Velha, a ver se me engano aí outra vez.
Nas questões tácticas a "coisa" esteve equilibrada, não houve supremacia total de um esquema sobre outro.
Casa Pia 1 - F. Benfica 0 . Mais uma vez os gansos me enganaram, mais um golo, agora de Milton, mais uma vitoria, mérito para o Casa Pia e vencer os de Benfica, acreditem não é fácil. Na época passada os homens do Barroca sofreram apenas 4 derrotas. O Casa Pia obteve 2 resultados tangenciais que permitem liderar ex-equo com o Encarnacense, ambos com 6 pontos. Marca poucos, mas ainda não sofreu a equipa do Viriato. No próximo Domingo os casapianos receberão o Lvelha, porventura o jogo da jornada, embora haja um derby mafrense: Ericeirense-Malveira. São efectivamente os 2 jogos da jornada.
Linda Velha 3 - Ericeirense 0 Apesar do resultado ser volumoso, não significa que o domínio dos da casa fosse avassalador. O jogo até foi equilibrado a espaços e bem jogado. L-Velha foi no entanto sempre mais perigoso e marcou ainda na 1 parte. Na 2ª. a luta de meio campo foi enorme, mas sempre com os da casa a serem mais perigosos. Lvelha perde 2 golos, com uma bola na trave e uma grande defesa do Xixa e aí Pedro Abranja decide, de uma forma corajosa (embora estivesse a perder) arriscar tudo (já vi na Honra quem não arriscasse).Ficou com apenas 3 defesas em linha, mas L-Velha continuou e bem com 3 avançados. Aí os "leões vermelhos" marcaram no findar da partida mais 2 golos. Resultado justo, talvez exagerado pelo o que o Ericeirense demonstrou e sobretudo vale. Um jogo sem casos, limpo, um jogo em que jogadores azuis e staff técnico foram ENORMES. Dignificaram a vitoria do L- Velha, porque a mesma não foi fácil.
Houve fair-play, antes, durante e no final do jogo. Honra ao Ericeirense que irá fazer um campeonato ao seu nível ou seja nos seis primeiros.Têm equipa e técnico para isso. Na 3ª jornada um escaldante Ericeira-Malveira.
Malveira 4 - Ponterrolense 1. Era um resultado previsível, todavia não por um resultado tão exagerado, mas a expulsão de um jogador amarelo precipitou isso mesmo. Malveira esteve forte sobretudo na ponta final e destaque para Diogo Ribeiro a apontar 2 golos. De saudar o regresso aos golos de um excelente jogador que teve uma lesão grave, e vinha paulatinamente a jogar, os bons jogadores fazem falta a este Campeonato. O Ponterrolense demonstrou o esperado: fortíssimo no seu pelado (quase imbatível) e fora algo mais frágil.
Povoense 0 -Tojal 1 O
Outro jogo que não acertei e pese embora dizer que Tojal vai (vai não, é mesmo uma certeza) fazer um excelente campeonato, mas esperava que não vencessem. Porque o Povoense é forte sobretudo intra-muros. Mas no "quintal", não sei se foi no quintal? Aí todos os esquemas de nada valem, num jogo, em que é imperioso tirar a bola da defesa , sempre o mais depressa possível.
A expulsão do lateral José Rosado logo aos 17 minutos da 1ª parte também decerto condicionou os rubro-amarelos.
Nestes jogos têm de se colocar um tripla porque são jogos sempre imprevisíveis
Ass. Torre 0 - Encarnacense 3 O Encarnacense venceu na época passada, e repetiu a dose. Previa que esta época os da "terra do pão" poderiam novamente trazer um resultado positivo, e acertei, mais um golo do central Amândio.
Atenção já se começará a dizer que o Torre anda fraco, etc. mas já vi jogar o Torre (nas Fontaínhas - Torneio de Cascais) e acreditem que está exactamente como na época passada. A equipa do Borreicho nunca desiste, muita garra muita luta, mas apenas com uma diferença na época passada entrou a ganhar (teve 6 vitorias seguidas) e agora começa mal (0 pontos e 0-7 o seu goal-average), francamente mal.
Estaremos atentos ao seu próximo jogo, ainda por cima no Tojal. Vai ser escaldante.
Lourel 1 - Oeiras 0- Os verdes em casa, crescem sempre e bateram o pé ao centenário Oeiras. Foi um jogo equilibrado, mas o Lourel não perdoou, um golo solitário, de Bernardo bastou. O Oeiras apresentou neste jogo 3 jogadores ex-Lourel (o lateral esquerdo Emiliano, o avançado centro António e a novidade o "gigante" Stanic - guarda redes) mas mesmo assim não chegou. Destaque neste jogo para expulsão de Hermes (duplo amarelo) ambos na fase final do jogo, concerteza o dos 90 (+1), até apostava que foi por demora na reposição da bola. Hermes, guarda redes do Lourel tem 35 anos, muitos anos de futebol, preferiu segundo cartão e ganhar o jogo. A experiência a funcionar.
Bucelenses 3 - Musgueira 0. Esta Honra é isto, um dia ganha-se goleando, no outro sofre-se uma goleada. Não há jogos fáceis. O Musgueira tem a atenuante de ter tido o azar de ter jogado no pelado de Santiago dos Velhos, mas a equipa do Nascimento também vindo da 1ª distrital apanhara na época transacta muitos "carecas". Portanto mérito para os azuis, excelente resultado sem dúvida. Os azuis entraram de rompante e marcaram 3 golos nos primeiros vinte e um minutos. O Bucelenses, do técnico Francisco Matias, têm uma equipa possante.
Fanhões 2- Olivais 2– Acreditávamos que este jogo fosse arduamente disputado, dentro do equilíbrio, com resultado incerto até ao final e assim sucedeu. O Olivais tendo empatado fez um bom resultado.
Até porque aos 80 minutos o Fanhões coloca-se a vencer por 2-0, mas o Olivais aos 85 m reduz e aos 90 m empata ou seja em 10 minutos o S.L.O consegue não sair derrotado do campo da Matinha, prova provada que as equipas de António Oliveira (técnico do Olivais) "respiram" sempre muita saúde física e psicológica.
Loures 2 - Pêro Pinheiro 1 – Jogo importante este que se disputou em Loures, onde houve 8 cartões amarelos. Os últimos minutos foram impróprios para "cardíacos". Senão vejamos, nos descontos o Loures de penalty (Varela não perdoou), retorna a ter os 3 pontos. Bastaria só isso para que fosse o jogo que durante a semana mais se irá falar. Não sei se é penalty, presumo, que se o arbitro marcou foi porque o mesmo sucedeu. Aos vermelhos de Sintra depois de empatarem, sofrerem um golo nos descontos é sempre aborrecido. Mas esperemos que tudo fosse transparente, acreditamos vivamente que sim. Na ficha de jogo está Tino no Loures, será o Tino ex Sacavenense? Pensamos que sim, estava sem clube, e Tino só há um. Grande jogador.
Nesta 2ª jornada o Encarnacense e Casa Pia lideram com 6 pontos e são as únicas equipas a terem o pleno. Por sua vez o Povoense, Ericeirense e Torre ainda não pontuaram e pior ainda, não marcaram qualquer golo, com a agravante dos da Torre terem sete golos sofridos (3.5 golos por jogo). Mas a "procissão" ainda agora saiu do adro, todavia é sempre melhor estar em cima do que na rectaguarda.
Mais uma vez se provou que a Distrital está forte, um exemplo significativo disso é a vitória do Tojal (na época passada na 1ª Distrital) que foi vencer ao campo de uma equipa que esteve na III Nacional.
Foi uma jornada onde se marcaram 24 golos e houve muita emoção como sempre.
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18 de Setembro (análise 1ª jornada)
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terça-feira, setembro 25, 2007
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Por Diogo Ribeiro (Malveira)
Malveira 4-1 Ponterrolense
Jornada 2
Árbitro: Ernesto Rodrigues, auxiliado por Rui Silvestre e José Santos
Malveira
Gil, Carvalho, Encarnação (cap), Bruno Duarte, Zé Carlos, Casquinha, Roçadas (João Anjos 79), Nené (Zé Ricardo 84), Diogo Ribeiro (Bessa 84), Furtado (Paulo 79) e Bruno Gonçalves.
Treinador:António Veloso
Ponterrolense
Fábio, Júnior, Paulo César, Esteves, Nélson, Filipe, Bruno, Marco Águas, Rogério, Ratinho (Nuno 60) e Naco
Treinador: Vítor Martins
Marcadores:
Casquinha (25), Nuno (74), Bruno Gonçalves (77), Diogo Ribeiro (78 e 82)
Disciplina:
Amarelo:
Encarnação,Casquinha, Roçadas e Diogo Ribeiro (Malveira)
Rogério, Naco e Filipe (Ponterrolense)
Vermelho:
Nélson (Ponterrolense)
Comentário:
Mais um fim-de-semana, mais uma jornada.
Antes do jogo foi feita a apresentação do plantel aos sócios.
O primeiro jogo do Malveira em casa, uma bela partida de futebol, entre duas boas equipas, jogo muito equilibrado, mas com o Ponterrolense a ter as oportunidades iniciais, com a defesa do Malveira a ter dificuldades em travar Naco, o melhor jogador em campo do Ponterrolense, um dos melhores avançados desta divisão.
Mas o Malveira chegou ao golo por volta dos 25 minutos, canto e após um cabeceamento de Encarnação, Casquinha a desviar na cara do guarda-redes.
Até ao intervalo, o Malveira controlou o jogo com uma boa posse de bola.
Na 2ª parte continuou a toada do jogo, o Malveira a fazer uma boa posse de bola e o Ponterrolense, quando a recuperavam, jogava rapidamente para o seu ponta-de-lança, mas na 2ª parte, a defesa malveirense acertou as marcações e não permitiu mais veleidades ao Ponterrolense.
Até que surgiu o caso do jogo, um jogador do Ponterrolense cruza para a área do Malveira, a bola é cabeceada para a baliza, o jogador Casquinha ao atravessar-se na linha do cabeceamento toca na bola com o pé, e esta segue para as mãos do guarda-redes Gil, que a agarra...o árbitro, na zona de penalty, bem colocado, nada assinala, mas o fiscal de linha levanta a bandeira, assinalando a falta, e o consequente livre indirecto. Parece que o "conselho" da comissão de arbitragem está a ser levado à letra, mas o que se passou foi um remate de cabeça, para o chão que bate no pé de um jogador, como pode alguém dizer que houve intenção de travar o remate e passar ao guarda-redes...
Do livre, nasce o golo do Ponterrolense, que colocou um jogador à frente do nosso guarde-redes, dentro da pequena área, de costas para a bola, só para não o deixar sair na bola, agarrando-o, o árbitro não viu, e foi golo do Ponterrolense.
Três minutos depois, boa iniciativa de Néné pela esquerda e cruzamento para o gigante Bruno Gonçalves fazer o 2-1.
No minuto seguinte, penalty para o Malveira por derrube de Filipe a Roçadas, este ganha a dianteira e é agarrado, indiscutível. Nesse instante foi também expulso o jogador Nélson por protestos.Na marcação Diogo Ribeiro faz o 3-1.
Com um jogador a mais o Malveira guardou a bola, e ainda chegou ao 4-1 com mais um golo de Diogo Ribeiro na sequência de um canto marcado directamente à baliza.
Boa vitória do Malveira sobre uma equipa que vai ficar nos 6, 8 primeiros certamente, não só pelas dificuldades que causa em casa (o único campo pelado), mas também , porque tem de facto bons jogadores e uma boa equipa, o que valoriza ainda mais o nosso triunfo.
Uma palavra apenas para um balanço, sofremos 2 golos em 2 jogos, no Tojal a bola não entrou na baliza, jogadores do próprio Tojal admitem, só o auxiliar é que viu agora, contra o Ponterrolense, só o auxiliar novamente é que viu atraso no lance, a falta na sequência até admito que não visse o árbitro, pois foi bem feita, agora como pode alguém marcar atraso num lance daqueles...bem pior que o Porto-Sporting, neste há um remate, e um jogador coloca o pé à frente para interceptar um remate...
Questiono-me se não tivéssemos marcado logo de seguida... como poderíamos ficar já a uma diferença considerável da liderança...
Também sei que a nossa equipa não é imbatível, mas ao menos que sejamos batidos por valor da outra equipa e com mérito deles.
Boa semana a todos
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segunda-feira, setembro 24, 2007
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O técnico do Real, Lívio Semedo, decidirá na próxima quinta-feira, se o ponta de lança Ivan integrará o plantel. O jogador treinou-se com a equipa duas vezes, e voltará a fazê-lo por mais duas vezes. Ivan esteve à experiência no Estrela da Amadora, mas não agradou a Daúto Faquirá.
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segunda-feira, setembro 24, 2007
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Nuno
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segunda-feira, setembro 24, 2007
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Retirado do site do Sintrense
Por Manuel Marco Medeiros
Tarde magnífica para a prática do futebol com o sol a brilhar, calor, mas com pouco público a assistir a esta partida.
Alteração de última hora no Sintrense: Nuno Alves ressentiu-se de uma lesão durante o aquecimento e foi substituído à última da hora por Éder.
Primeiros trinta minutos com duas oportunidades para cada lado. Francisco Agatão, técnico do Operário, optou por deixar alguns titulares da sua equipa de fora desta partida, pensando já no campeonato.
Optou por colocar uma equipa com jogadores menos rodados do plantel, para defrontar o Sintrense. A formação dos Açores está a praticar um futebol lento, com a equipa do Sintrense a ser mais objectiva para o ataque e a proporcionar uma grande defesa a Serrão, aos 20 minutos, num remate de Miguel.
A equipa do Sintrense está a jogar muito bem e a causar algumas jogadas de perigo junto à baliza de Serrão, que já se empregou a fundo para evitar o golo.
Aos 39 minutos, interrupção da partida para ser prestada assistência a Renato. O guardião do Sintrense saiu a aliviar o esférico da sua área,e chocou com um adversário
Aos 41 minutos, livre frontal de Paulo Vieira quase dava golo para o Sintrense.
Esta primeira parte não foi uma grande partida de futebol. Os jogadores menos utilizados que Francisco Agatão colocou em campo para defrontar o Sintrense, não têm conseguido de levar de vencida a equipa continental.
A formação de Sintra tem estado bem na partida, tem criado muitas dificuldades ao Operário. Se aguentar a segunda parte com o mesmo ritmo e concentração no jogo, poderá existir surpresa nesta 2ª eliminatória da Taça de Portugal.
Trata-se de uma equipa muito jovem, cuja média de idades do onze inicial não vai além dos 20,7 anos. Está a dar uma boa resposta aos lagoenses.
Início da 2ª parte no João Gualberto Arruda. Francisco Agatão está descontente com a prestação da sua equipa, e colocou três homens a aquecer: Fabinho, Madeira e Cláudio.
As equipas regressaram com os mesmos onzes iniciais.
Minutos iniciais da 2ª parte com sinal mais para o Operário, embora o Sintrense seja uma equipa muito boa, a cortar bem as linhas de passe, a fazer uma pressão constante e a jogar muito certinha na sua defensiva.
Se o Operário quiser vencer esta partida terá forçosamente que jogar mais em velocidade e pelos extremos, coisa que não têm feito até ao momento, daí que Francisco Agatão desse já ordens para que os três jogadores atrás da baliza de Serrão, intensifiquem o aquecimento.
Neste início da segunda parte, o Sintrense tenta travar o ímpeto atacante inicial do Operário, com Walnei a ganhar constantemente as bolas aéreas, e com o meio campo do Sintrense a trabalhar muito bem e a conseguir também um espírito notável de entrega aos apoios.
O Sintrense ainda não se aventurou no ataque. Há que travar esta velocidade inicial da 2ª parte que o Operário está a apresentar.
Márcio Madeira (62m) entra em campo para ajudar no ataque do Operário, e no primeiro lance em que intervêm, proporciona grande defesa a Renato Mata, guarda-redes do Sintrense.
Francisco Agatão subestimou o Sintrense e agora está a tentar rectificar esse erro.
Nuno Lopes ( 73m) apresenta caíbras, com Francisco Agatão a substituí-lo por Fabinho.
Quase golo do Sintrense (74m), com a bola a pingar na área do Operário, remate de Nuno Duarte contra o corpo de um defensor da casa. Não fosse isso, seria o golo do Sintrense, já que Serrão não tinha qualquer hipótese de defesa.
77 minutos: Golo do Operário: Márcio Madeira marca livre na direita do ataque da equipa da casa, e nas alturas, Jorginho de cabeça marca sem hipóteses para Renato.
Balde de água fria para o Sintrense, que três minutos antes poderia ter chegado ao primeiro golo da partida. Não marcou e acabou por sofrer.
Agora, nos últimos dez minutos, está a tentar o tudo por tudo para tentar chegar à área adversária, e restabelecer a igualdade. Mas está difícil para os homens de Sintra, já que o Operário está a optar pela circulação de bola entre todos os sectores.
Paulo Morgado faz duas alterações no Sintrense ( Estrela e Barroso) e está a tentar fazer o tudo por tudo para chegar à igualdade. Francisco Agatão já esgotou as substituições, com a entrada de Cláudio Abreu. Entrámos no período de compensações, com quatro minutos para jogar.
Entra Josué no Sintrense. Mais um atacante para os quatro minutos finais.
Terminou a partida, com o Operário a seguir em frente na Taça de Portugal e com o Sintrense a ficar pelo caminho.
Vitória da equipa mais forte, com Francisco Agatão a ter que rever processos na sua equipa, a ter que chamar os consagrados que estavam sentados no banco, para levar de vencida a equipa do Sintrense, que se apresentou muito certinha, que criou as suas oportunidades, fazendo uma pressão constante sobre o adversário e cortando sempre as linhas de passe. Uma equipa que a jogar assim, poderá ir longe no nacional de futebol da 3ª divisão, apenas pecando na finalização para chegar ao golo no João Gualberto Arruda frente ao Operário.
Boa arbitragem de Paulo Filipe e seus auxiliares, sem cartões, num jogo correcto entre as duas equipas.
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domingo, setembro 23, 2007
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por Nuno Gaspar
Hoje, a equipa do Atlético do Cacém recebeu para a segunda Eliminatória da Taça de Portugal outra equipa do Algarve. Desta vez deslocou-se desde Albufeira até ao Joaquim Vieira, a equipa do Futebol Clube Ferreiras. Já em campo, as equipas começavam a encaixarem-se uma na outra e em especial a meio campo, zona que esteve em destaque na primeira metade da partida. A primeira jogada de verdadeiro perigo surgiu numa excelente triangulação, Vasco Franco ,Ivo e por fim Casquinha de cabeça quase fazia o primeiro golo da equipa da casa, mas para desfazer todos os lances de ataque da equipa adversária o Cacém tem Rui Arroja, que hoje e em conjunto com Sapo esteve muito em foco. O minuto 15 foi um minuto muito triste e alegre ao mesmo tempo, porque num lance aéreo "Sapo" colidiu com Marco e no choque caiu desamparado no chão e assim ficou por alguns segundos, mas felizmente recuperou e com a sua força de Guerreiro continuou em jogo, e que jogo. Ao minuto 20 surgiu o 1-0 para o Cacém, após um remate de Barata, a bola ressalta para Casquinha que de cabeça fez o seu primeiro golo. Depois do golo o Cacém começou a recuar em demasia, a equipa forasteira adiantou-se mais no terreno para ir à procura do prejuízo, continuou-se na guerra do meio campo que aliás foi a regra da primeira parte. Num livre extraordinariamente marcado por Rodinhas na passagem da meia hora a bola foi embater com muita violência na barra ressaltando para muito próximo da linha de golo e Matias de cabeça chega ao esférico mas não consegue desfeitear o guardião Nelson. Na primeira parte ambas as equipas lotaram muito a meio campo, o Cacém pelo que jogava merecia a vantagem conseguída por Casquinha e depois do golo sofrido a equipa do Ferreiras veio para cima do Cacém para tentar chegar à igualdade. Tendo a equipa da casa só nos últimos dez minutos da primeira parte conseguindo aliviar a pressão e fazer a equipa contrária recuar. A primeira substituição veio aos 48 minutos de jogo para Sapo ir descansar do seu susto. Matias continuava a mostrar a sua garra e no flanco esquerdo rasgava a defesa chegava à linha de fundo centra para Rodinhas que num remate frouxo não conseguiu desfeitear o guardião Nelson. Em dois minutos 52' e 54' e em jogadas corriqueiras o jogador do Ferreiras, Alberto consegue "levar" dois amarelos e a consequente expulsão. Mas como se diz, com dez as equipas jogam melhor e a equipa do Ferreiras começou a fazer uma exibição mais esforçada mas o pano não chegava para todos os lados, e a equipa da casa aproveitou essa situação. 62' Foi um minuto para recordação futura, pois Nuno Veludo e após uma jogada de insistência de Rodinhas este flanqueia a bola para surgir Nuno Veludo que de primeira desferiu um excelente remate de pé direito e fez até agora o melhor golo da época no Joaquim Vieira. Matias aos 72 minutos, com a sua raça conquista mais uma bola ao adversário, faz um passe rasgadinho para Casquinha num toque subtil fazer o terceiro golo da nossa equipa. A equipa do Ferreiras tentava subir no terreno mas a força da nossa juventude vinha ao de cima. Hugo Tecelão perto do final da partida mantinha-se o guardião a que nos vinha a habituar, fez mais uma excelente defesa a um remate de Tigas. A equipa adversária no minuto 90, finalmente chega ao seu golo de honra por intermédio de Bentinho, jogador que entrou já no decorrer da segunda parte. E no minuto 94 foi a vez de Ivan Menezes fazer o seu golinho e dando uma expressão mais dilatada ao resultado, mais uma vez foi o incansável Matias que retirou a bola ao defesa e no seu flanco centra a bola para Ivan marcar. Tivemos mais uma tarde de gloria em que ficou mostrado mais uma vez, o real valor desta equipa jovem de Futebol.
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domingo, setembro 23, 2007
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