O número de residentes que dizem ser sócios de clubes desportivos tem diminuído
Nos últimos 10 anos assistiu-se a uma tendência de quebra neste indicador, com o número a passar de 21,6% em 1996 para os 16% agora registados. Uma quebra de 25,9%.
Classes média alta e alta aderem mais
A análise deste indicador entre os vários targets mostra-nos que a principal diferença de comportamento está entre os dois sexos. Enquanto 24,7% dos homens dizem ser sócios de clubes desportivos, apenas 8,1% das mulheres também o confessa. Entre as idades, não se observam diferenças muito significativas, com os valores a oscilar entre os 18% junto dos indivíduos dos 35 aos 44 anos e os 12,1% juntos dos indivíduos com mais de 64 anos. Por regiões, destacam-se os residentes no Litoral Norte, com maior taxa de associativismo do que as restantes. Aqui, 21,2% dos residentes são sócios de clubes desportivos. A ocupação é a segunda variável com mais discrepâncias, com os valores a oscilar entre os 23,6% dos técnicos especializados e pequenos proprietários e os 7,9% das domésticas. Entre as classes sociais, os valores baixam gradualmente dos 20,3% observados junto dos indivíduos das classes alta e média alta para os 10,6% registados junto dos indivíduos da classe social baixa.




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