Federação e os clubes da 3ª Divisão Nacional - Série E
Retirado do site da FPF
A Federação Portuguesa de Futebol reencaminhou à Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto as missivas que recebeu por parte dos seus filiados que estão incluídos na Série E da III Divisão, nas quais os Clubes dão conta da sua indisponibilidade de iniciarem a participação naquele Campeonato caso o Governo não revogue a decisão de pôr fim ao subsídio de deslocação para as Regiões Autónomas.
Os 12 Clubes de Portugal Continental que disputarão a Série E do terceiro escalão estiveram reunidos a 4 de Agosto último, em Vendas Novas, e manifestaram publicamente o seu desagrado em relação a esta decisão governamental, dando conta dessa posição à FPF.
O organismo que tutela o futebol português continua a acompanhar com preocupação as repercussões que o fim do subsídio governamental destinado às deslocações para as Regiões Autónomas dos Clubes não profissionais está a causar entre aqueles emblemas.
Além de compreender a insatisfação publicamente manifestada por Clubes das 2ª e 3ª Divisões Nacionais – nomeadamente as equipas que participarão na Série E do terceiro escalão –, a FPF continua a cumprir o seu papel de interlocutora privilegiada entre os Clubes e o Executivo.
Recorde-se que a Direcção da FPF procurou sensibilizar, em tempo útil, o Governo para a importância que esta matéria representa para os Clubes não profissionais, mas foi informada, em Abril de 2007, que o referido apoio de 1500 euros, que durante a época anterior só foi concedido aos Clubes da III Divisão, deixaria de ser pago a todo e qualquer Clube.
O Executivo continua a assumir os custos que respeitam exclusivamente às viagens de todos os Clubes, de todas as vertentes, para as Regiões Autónomas, excepcionando, este ano desta norma os Clubes do futebol profissional.
As verbas relativas aos custos com viagens dos Clubes das 2ª e 3ª Divisões não têm sido transferidas regularmente para a FPF pelo que esta Federação tem assumido temporariamente estes encargos, substituindo-se, excepcionalmente, à Administração Pública, tendo já adiantado quase um milhão de euros para este fim.




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