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domingo, 25 de novembro de 2007

Juvenis - 2ª divisão - série 4

por João Henriques no blogue Ser do Sintrense

Trajouce 0 - 9 Sintrense

Os nossos juvenis deslocaram-se a Trajouce para defrontar a equipa local, num jogo que se previa difícil mas, por intermédio de duas defesas menos conseguidas por parte do guarda-redes do Trajouce, Ighor aos 4' e Danilo aos 6' colocaram o Sintrense a vencer.
Com o desenrolar da partida, o Trajouce lá tentava criar perigo para a nossa baliza, mas com uma defesa consistente o Sintrense anulava as jogadas.
Com um futebol de menos beleza (talvez pelo vento que se fazia sentir), o Sintrense só por escassos momentos chegava com perigo à baliza adversária.
Com tudo isso, chega o fim a primeira parte.
Após o recomeço da partida, o Sintrense entra a medo e o Trajouce cria perigo, com Danilo a salvar na linha de golo.
Foi até com alguma surpresa que o Sintrense chega ao 0-3 através de uma grande penalidade sofrida por Cardoso. O mesmo dilata o marcador aos 17', para, e logo de seguida, Ighor bisar na partida aos 18'.
Com o resultado em 0-4 , o Sintrense pega no jogo e desta vez Danilo aos 21', bisa também na partida.
Com o desenrolar da partida, foi a vez de João Jorge molhar o pé aos 30' e o endiabrado Danilo fazer o hat-trick aos 31', também com Martinho a mostrar serviço aos 34' e João Jorge também a bisar no fecho da partida.
Jogo com um resultado exagerado 0-9 para o futebol praticado, mas com a nossa equipa a somar vitórias.
Nesta partida orientada por Rui Teles e Mário Leão jogaram pelo Sintrense:

Tiago Bernardo, Jorge Pina, Diosnilde Félix, Nuno Canário, Ruben Danilo, Bruno Cardoso, Miguel Ferrão, Hélio Casimiro, Ighor Furtado, Bruno Martinho, Tiago Silva, Harold Tembe, João Jorge, Gonçalo Martins, Diogo Vaz, José Dias, Tiago Sousa e Pedro Costa.

Seniores / Câmara Lobos - Sintrense

por José Carlos Gonçalves no blogue Ser do Sintrense


1-0

Com um lance polémico, daqueles que se fosse um FC Porto-Benfica, estariam os jornalistas todo o ano a falar do mesmo lance, o Sport União Sintrense foi derrotado na Ilha da Madeira por 1-0 frente ao Câmara de Lobos.

O lance desenrola-se perto da grande área do Sintrense. Eugénio Arez marca falta, interropendo a partida. Sem apitar para o seu reínicio, os jogadores do Câmara de Lobos marcam apressadamente o livre e marcam o golo da vitória perante os protestos dos jogadores do Sintrense, que ainda preparavam essa marcação de livre.

Um lance polémico que prejudica o Sintrense neste jogo na Ilha da Madeira.

Uma partida em que o equilibrio foi a nota dominante e onde o empate seria o resultado mais justo pelo que ambas as equipas produziram.

O Sintrense bem se pode queixar da arbitragem, nesse lance que decide a contenda.

Depois de uma série consecutiva de bons resultados, o Sintrense vê-se travado na Ilha da Madeira, por um lance que, e se acontecesse nos grandes jogos, existiria "pano para mangas" com a sua discussão.

Juniores / Lourinhanense - Sintrense

por Gabriel Matos, Jorge Cardoso e Luís Proença (Sintrense)


2-0

Se muitos encaravam a tarefa desta tarde como uma missão impossivel face ao valor do adversário , às condições do pelado e sobretudo face às ausências forçadas de alguns dos melhores elementos da equipa, a verdade é que apesar do resultado negativo, todos os que estiveram nesta tarde fria na Lourinhã puderam assistir a uma das melhores exibições do Sintrense esta temporada. Efectivamente foi impressão unânime entre adeptos lourinhanenses e sintrenses que este foi o melhor jogo a que ali se assistiu até à data, tendo o jogo do Sintrense merecido rasgados elogios de todos que presenciaram o jogo.
Apesar das baixas de Bebeto , Parente , Cerqueira e Roque, e com Carlitos em missão de sacrificio limitado pelas dores provocadas pelas bolhas nos pés, o Sintrense entrou no jogo muito personalizado com uma equipa de feição ofensiva com três homens na frente apostados em causar problemas ao último reduto local.
Com Duarte Matos em grande plano (portentosa exibição de raça, querer e determinação) e com as principais peças do Lourinhanense controladas, assistia-se a uma partida controlada pelos visitantes que a pouco e pouco iam remetendo o seu adversário para tarefas estritamente defensivas. Contudo e como o futebol não é rico em lógica, pelos 20 minutos e contra a corrente do jogo a equipa da casa chega à vantagem. Falta sobre a meia esquerda do meio campo sintrense.
A bola foi cruzada longa para as costas da defesa sintrense , tendo aparecido o capitão da equipa da casa , vindo de trás a encher o pé rematando de primeira sem hipótese para Pacheco. Um grande golo em qualquer estádio do mundo e que premiava uma equipa que até ali não criara uma única situação de golo.
A partir do golo assistiu-se a uma extraordinária reacção do Sintrense que até ao intervalo exerceu um dominio total sobra o jogo, chegando a estar minutos e minutos a fio a pressionar o adversário no seu meio campo sem que este conseguisse sequer levar o jogo ao meio campo sintrense.
Com um futebol bonito, a toda a largura do campo e com uma determinação notável, o Sintrense criava perigo na área adversária, acabando por não marcar fruto de alguma parcimónia no momento do remate. Nesse período regista-se uma grande oportunidade desperdiçada por Rijo (mais uma excelente exibição na tarde de ontem) que na pequena áerea acabou por rematar por cima do travessão.
Para a segunda parte o Lourinhanense entrou apostado em inverter a situação , passando a apostar em lances individuais para tentar desequilibrar a situação. A verdade é que logrou empurrar o Sintrense para o seu meio campo e criar alguma pressão sobre a grande área visitante.
Foi assim que logo aos 62 minutos chega o 2-0. A bola a circular na largura do campo à frente da grande área do Sintrense com os jogadores da casa a procurarem a penetração na grande área. Na sequência desse movimento um jogador da casa acaba por desferir um remate seco e forte disparado rente ao poste esquerdo de Pacheco obtendo o 2º golo.
O Sintrense arriscou então tudo. Passou a jogar com três centrais, com Ruben a subir ao meio campo. Entrou Pinguito para alargar a frente de ataque. O Sintrense voltou a empurrar o adversário para o seu meio campo. Aos 73 minutos Rui Barroso num excelente lance individual isolou-se mas permitiu a defesa do guarda redes. Aos 80 Carlitos ganhou nas costas dos centrais isolando frente ao guarda redes local mas o chapéu sai comprido de mais.
Aos 86 Rijo cabeceou à figura do guarda redes dentro da pequena área. Os minutos finais terminaram com o público da casa a pedir insistentemente ao árbitro de acabasse o jogo tal a pressão a que a sua equipa estava sujeita.
Quanto à arbitragem não vale a pena quase comentar. Que mal terá feito o Sintrense aos árbitros. O auxiliar do lado dos bancos fechou sistematicamente os olhos a todas as faltas cometidas contra jogadores do Sintrense. Ainda na primeira parte o árbitro , em cima do lance, não puniu com o respectivo penalty uma mão clamorosa de um jogador local dentro da grande área num lance que mais parecia de handball. O árbitro assinalou tudo que havia a assinalar contra o Sintrense, mesmo uma mão involuntária de Teixeira (grande estreia nesta tarde) numa dualidade de critérios gritante. Enfim.
Para a semana regressam Bebeto e Roque aumentando o leque de opções, aguardando-se a evolução positiva das situações clínicas de Roque e Parente. Para já o Sintrense tem ainda os lugares de subida à vista e a jogar como o fez hoje e com a atitude que demonstrou só temos razões para estar optimistas e orgulhosos dos nossos jogadores.
O nosso muito obrigado a todos os pais que asseguraram o transporte da equipa para a Lourinhã e ao nosso Chiquinho que providenciou um almoço para toda a comitiva. Um nosso muito obrigado ao Vice Presidente do Lourinhanense que ofereceu o almoço à nossa comitiva e nos presenteou com grande hospitalidade e amabilidade. Bem Haja.

sábado, 24 de novembro de 2007

Ainda o Vilafranquense-Sintrense em juniores

por Luís Soares e Luís Proença no blogue Ser do Sintrense

O Conselho de Disciplina da AFL aplicou 2 jogos de suspensão aos jogadores do Sintrense Ivo Pereira «Bebeto» e Ricardo Roque na sequência dos incidentes ocorridos no final do jogo Vilafranquense - Sintrense.

Por seu turno o jogador Coelho do Vilafranquense que agrediu Bebeto fui punido com 3 jogos de suspensão .

A AFL decidiu ainda abrir um Processo de Averiguações a Gonçalo Valente , o provável agressor de Ricardo Roque com uma dentada cobarde. Esperemos que se faça justiça.

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Selecção Distrital sub-20

Vai realizar-se no próximo dia 26 de Novembro, Segunda-feira, às 18:30, no campo do Real Sport Clube, em Monte Abraão, o 11º treino da selecção distrital de futebol masculino sub-20, que vai participar na fase final do Torneio Eusébio, Inter-Associações, entre 13 e 16 de Dezembro.
Foram convocados os seguintes jogadores que representam equipas do nosso Concelho:
Cacém- André Matias, Ivo Ribeiro e Pedro Coelho;
Real- Richard Cravo;
1º Dezembro- Hugo Fernandes e Sérgio Semedo;
Sintrense- Miguel Nogueira;

domingo, 18 de novembro de 2007

Grande começo para Rodolfo Correia

Rodolfo, actual jogador do Igreja Nova e treinador de juniores do Pêro Pinheiro estreou-se da melhor maneira à frente daquela equipa, no Distrital de Juniores da 1ª divisão - série 1, ao vencer na Portela de Sintra, o Sintrense por 2-0.

Luís Proença, treinador do Sintrense, comentou o jogo da seguinte forma, no blogue dos juniores do Sintrense:

Resultado injusto para uma equipa dizimada por lesões e castigos. Na semana em que Bebeto (melhor marcador da equipa) e Roque não puderam dar o seu contributo à equipa , e em que Parente a Duarte tiveram que abandonar prematuramente o jogo por lesão.
Sobrou a boa exibição do Sintrense e as oportunidades perdidas por alguma precipitação dos avançados da casa e a monumental exibição do guarda redes do Pêro Pinheiro, Nuno Macedo, jogador que integrou os trabalhos da equipa júnior do Sintrense trazido pela equipa técnica e que foi indicado como reforço para a temporada para colmatar qualquer problema ou impedimento de André Pacheco, mas cuja vinda para o clube (a custo zero para o Sintrense) não se concretizou por razões alheias à vontade dos treinadores...
De igual forma, o marcador do segundo golo do Pêro Pinheiro , o excelente Patrick Gomes e o promissor centro campista Staline , outros dos protagonistas da tarde de hoje , também integraram os trabalhos do plantel Sintrense e foram expressamente indicados para reforçar a equipa , mas à semelhança de Nuno Macedo, não ficaram no clube por razões a que os treinadores são alheios... Contas de outro rosário...
De qualquer forma a equipa técnica dos juniores do Sintrense , com a mesma frontalidade de sempre , ASSUME INTEGRALMENTE A RESPONSABILIDADE PELO RESULTADO NEGATIVO DE HOJE.

sábado, 17 de novembro de 2007

Joaquim Veríssimo apela à C. M.Sintra

por Jorge Cardoso.

O SINTRENSE PODERÁ ENTREGAR AS CHAVES À CÂMARA MUNICIPAL

Veríssimo dos Reis é desde de ontem o novo Presidente do Sport União Sintrense. Tenente Coronel, Paulo Roldão, e Paulo Parreira tomaram também posse, respectivamente, como Presidentes da Mesa da Assembleia Geral e do Conselho Fiscal. Todos os restantes elementos que compõem os novos Corpos Sociais do clube, também tomaram ontem posse, no Salão Nobre do Complexo Desportivo do Sport União Sintrense.

Perante uma plateia de convidados, e de muitos associados do Sport União Sintrense, o discurso de Joaquim Veríssimo dos Reis mereceu uma enorme salva de palmas.

Do seu discurso ressalta à vista de todos, um processo Judicial pendente no Tribunal de Sintra, contra o Sport União Sintrense.

Veríssimo dos Reis fez um apelo à Câmara Municipal de Sintra: ou assume o compromisso feito na altura a Adriano Filipe, ex-Presidente do Sintrense, na resolução do problema dos 200 000 euros para a Bancada do clube, ou então brevemente poderá preparar mais um chaveiro na Câmara para o Sport União Sintrense.
Relembramos que existe um compromisso da Câmara no pagamento dessa verba ao Sport União Sintrense. Uma verba que tem feito parte dos diferentes relatórios e contas do clube nos últimos 12 anos.
Joaquim Veríssimo dos Reis empolgou a plateia com o seu discurso, o qual mereceu uma enorme salva de palmas dos associados presentes. É necessário resolver urgentemente esse grave problema, e o novo Presidente apela ao bom senso de todos os envolvidos neste processo quase que dramático para o Sport União Sintrense.

Discurso de Joaquim Veríssimo dos Reis no acto de tomada de posse :
Exmos Srs Autarcas
Srs Presidentes e Representantes dos Clubes e Associações convidados;
Srs Representantes da Comunicação Social.
Sr .Presidente da Mesa da Assembleia Geral:

Caros Associados:
Boa noite a todos,
O meu 1º pensamento, perdoem-me vai inteirinho para a minha família, mulher e filho. Não fujo à regra e também penso que a célula base da nossa sociedade está na família, e assim manifesto publicamente a minha gratidão pela tolerância , compreensão e pelo apoio que me dão, por isso quis que fossem os primeiros a serem lembrados, pois tantas vezes são os últimos. Adoro-vos.

Em segundo lugar lembro a direcção cessante. A todos quantos cessam funções estou agradecido, e o Sintrense presta-lhes aqui e por mim, uma homenagem simples mas sentida pelo tempo e devoção dados ao clube.
Sei que não devo particularizar mas todos sabem que fiquei vosso amigo, conto com todos para que em qualquer lugar continuem a engrandecer o nome do clube.

Em terceiro lugar a minha equipa honra-me e orgulha-me, pois foi construída segundo critérios de competência ,amizade, passado histórico no clube e alguma juventude no dirigismo importante em termos de futuro.
Sinto que todos têm prestigio, capacidades iguais ou superiores às minhas para presidir a este clube , tal como eu, espero que todos os sócios partilhem esta sensação que eu tenho de sentir, que estamos bem representados a todo o instante e em todo o lado.

Relativamente ao futuro, por norma, qualquer gestão tem os primeiros 4 a 6 meses para fazer o levantamento dos problemas dos circuitos e enquadrá-los, nós procuraremos ser céleres mas não eliminaremos nenhum passo da gestão, só porque o tempo é este e nós não poderemos alterar o que foi aprovado em Assembleia Geral.

Vamos fazer o melhor que soubermos e pudermos sem pensar em limitações temporais.
Temos organigrama definido, objectivos para cada área, e no dia 21 às 21 horas teremos a nossa 1º reunião plenária da direcção, e mãos à obra.

Caros sócios
O essencial de um clube são os seus sócios, pois são eles a alma do clube, são eles que em publico ou no anonimato, a cada instante, são o espelho da verdadeira mística e da verdadeira dimensão do clube. Assim não era preciso pedir, mas se for possível expressem-se um pouquinho mais, para que todos percebam bem a nossa força, a nossa união.

Como tenho dito, é necessário pacificar e unir esforços para credibilizar o clube perante os sócios, opinião pública e instituições.
Espero de todos vós, sugestões e colaboração activa. Façam mais sócios. Hoje noto o clube mais “visitado”, há mais movimento, e isso faz-me feliz,pois uma das grandes ideias é criar espaços e oportunidades para atrair gente nova a Sintra, dando assim mais vida à paisagem que é património da Humanidade.

Aos nossos autarcas aqui presentes, manifestar-lhes público agradecimento pelo apoio e interesse que têm dado ao Sintrense.
O sintético existente só foi possível pelo empenho e ajuda do Sr Vereador Rui Pereira, bem secundado pelo esforço do Sr Alcino Matias e do Sr Dr Vítor Filipe.

Meus Srs eles merecem uma salva de palmas.
Eu também partilho da ideia que os clubes não devem ser subsidio-dependentes.
Mas os clubes têm um importante papel a desempenhar em prol da actividade física , no combate ao ócio na juventude e proporcionando serviços à comunidade onde estão inseridos, adaptando-se periodicamente a novos desafios.

Então isso tem de ser reconhecido e apoiado.É isso que esperamos quando quisermos construir campos, piscinas, pistas de skates, salas da juventude,etc.etc.
Mas eu vou fazer um pedido publico, e mesmo hoje Sr Vereador, as contas do Sintrense transportam já algum tempo uma verba de 200000 €,que resultaram, segundo um ex-presidente deste clube, dum compromisso politico entre a Câmara Municipal e o Sintrense, e que baseado nisso, a direcção da altura contraiu um empréstimo que suportou a construção da bancada.

Isto foi confirmado pelo vereador Luís Duque. Hoje estamos em incumprimento e estamos citados em tribunal.
O apelo que faço é nesta hora de aflição por que estamos a passar ,é que a autarquia confirme esse compromisso.
Aí teremos capacidade negocial suficiente para reverter a situação ,caso contrário, o chaveiro da Câmara pode começar a fazer espaço para ter mais uma chave.

Aos órgãos de comunicação social também devo uma palavra . O vosso trabalho é útil e importante para todos, pois informando, divulgam aos quatro ventos a nossa existência, o nosso trabalho, a nossa mística, as nossas necessidades .Os srs são a voz dos clubes pequenos. Obrigado.

Meus Srs, neste momento queria afirmar-lhes que de mim podem esperar dedicação e empenho para gerir este grande clube ,mas desde já devo dizer que não sou um Messias.
Sou apenas um homem que vive do seu trabalho e se sentiu atraído por este clube, e aí sim, prometo dar todo o meu melhor, mas mecenas e Messias eu não sou, porque não acredito nisso e porque não tenho posses para tal.
Contem comigo para sermos mais poupados nos gastos e defendermos o clube tostão a tostão.

Termino citando este pensamento do escritor Victor Hugo.
"Se você perdeu dinheiro perdeu pouco…
Se você perdeu a Honra perdeu muito…
Se perdeu a coragem perdeu tudo…"

Sintra, 16 de Novembro de 2007
Joaquim L.Veríssimo Reis

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Jogo treino Sintrense Linda Velha

Crónica de João Matos Reis


Sintrense 1 Linda Velha 1

“Venceu o Futebol e o Desportivismo”

Numa noite fria e húmida o jogo foi “quente” no que diz ao bom futebol praticado. Um bom treino para as duas equipas. O Linda Velha apresentou-se em Sintra, no cada vez mais bonito campo do Sintrense, desfalcado por lesão, de 5 possíveis titulares (Luís Dias, Ivo, Luís Santos, Veríssimo e Baldé), efectivamente uma meia equipa. Todavia os que subiram ao relvado tudo tentaram e conseguiram fazer “esquecer” os ausentes (pese o enorme valor ). O Sintrense, até moralizado por ter vencido há 5 dias no mesmo Estádio o Oriental, entrou determinado, na frente com Nuno Duarte e Josué (um jovem com enorme potencial - mede 1.86, este jovem de 19 anos, tem técnica e é marcador), mas a defesa do Linda Velha sempre atenta não permitiu golos.

A partir dos 15 minutos o Linda Velha equilibra a contenda e assiste-se a um jogo de parada e resposta, sempre bem jogado com jogadas bem delineadas de parte a parte. Até que surge cerca dos 50 m o golo de belo efeito de Évora para os forasteiros.. que vinham ameaçando. O Sintrense sob a batuta de Paulo Vieira (excelente jogador porventura um dos melhores a actuar nos campos da III Nacional e não só) tenta obter o golo. O jogo ainda anima mais e mesmo com as várias substituições (sempre com o jogo a decorrer), o Sintrense tenta mas o Linda Velha muito explanado no campo, segura. No entanto ao cair do pano os amarelos conseguem o golo, que acaba por ser justo pela forma dinâmica e persistente como o tentaram. Mereciam vencer as duas equipas.

O Sintrense a fazer um bom campeonato na III - Serie E um excelente 5º lugar, apresentou valores, argumentos e muito bem coordenado por Paulo Morgado e Bé para fazer um bom campeonato (aliás como está a fazer) e irá concerteza ficar entre os 6 primeiros e quiça disputar a subida. Paulo Vieira e Jorge Bento estiveram muito bem, assim como Nuno Alves sempre irrequieto.

O Linda Velha provou mais uma vez que tem um excelente plantel. Ontem actuando sempre como um bloco, podendo mesmo assim destacaram-se ambos os guarda-redes Pedro e Miguel estiveram sempre à altura dos acontecimentos, o jovem Pinto (sempre seguro e mandão na sua área de jurisdição - e os avançados que apanhou são de muito bom valor), Fuinha (com uma moblidade incrível – a fazer o “corredor “durante os 90 minutos) e os jovens Janita e João Ferreira estrelas cintilantes de um Lvelha muito positivo.

Os técnicos Paulo Morgado e Luís Silva ficaram satisfeitos, tiraram ilações, ninguém se aleijou.. e jogou-se futebol.

Duas palavras finais para a “camaradagem” de ambos os jogadores, simplesmente impressionante a forma como os jogadores de ambas as equipas, se entregavam nos lances divididos.. mas sempre sem más intenções, sempre a ajudar o adversário e a apoiar. Sinceramente há muito que não estava a habituado a ver semelhante coisa.. uma palavra de apreço para todos os jogadores em presença.

Uma outra palavra de apreço para a nova direcção do clube da Portela de Sintra, que tomou posse há pouco tempo. AS MAIORES FELICIDADES PARA O SINTRENSE. Um clube “simpático” e merecedor de outros patamares, até porque tem matéria humana e logística para tal (aquela bancada está ao nível de muitos clubes da 1 Divisão). Parabéns.

Jogo treino

Disputou-se ontem no Campo do Sport União Sintrense um jogo treino entre a equipa da casa e o Linda-a-Velha que terminou empatado.

Sintrense 1 - 1 Linda-a-Velha

3ª divisão nacional - série E

Oriental defronta amanhã o Estoril
Aproveitando a paragem no campeonato, o Oriental defronta o Estoril da Liga Vitalis, equipa orientada por Manuel Tulipa, amanhã, às 10.30 horas, em Marvila.

Tomada de posse no Sintrense
A tomada de posse dos novos corpos sociais do Sport União Sintrense realiza-se hoje, pelas 20 horas, no Salão Nobre do Estádio do Sintrense.

Associação Desportiva Fazendense
Padinha e Ivo testados
O Fazendense recebeu ontem duas caras novas no plantel. Padinha, lateral-direito, e Ivo Miranda, extremo, juntaram-se ao grupo para cumprir um período de observação. Ambos vão continuar a treinar-se em Fazendas de Almeirim na próxima semana, finda a qual o treinador dará ou não o aval para as suas contratações.
Ainda assim, após as saídas de Nélson Rato (Torres Novas), Rui Baptista (U. Santarém) e Cajú, é certa a entrada de mais jogadores no plantel.
Entretanto, para o jogo com o Cartaxo, Jorge Peralta não pode contar com os médios Miká e Fábio (castigados).

Seis lesionados no Bombarralense

O treinador do Bombarralense, Gila, orientou ontem mais um treino sem poder contar com os guarda-redes Basílio e Marco , os médios Paulo Silva e Serginho , o defesa Edilson e o avançado Bruno Silva, todos recuperam de problemas musculares.

Job recuperado no Cartaxo
Job, médio do Cartaxo, recuperou de lesão e voltou ontem ao trabalho na equipa de João Paulo Costa.

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Sintrense

por Nuno Costa no Noticias da Manhã

“Tempo que temos é pouco para resolver tantos problemas”
Joaquim Veríssimo dos Reis, 53 anos, dentista de profissão, é o novo presidente da direcção do Sintrense, que amanhã irá tomar posse, sucedendo a António Neves Pedro, que retirou a sua candidatura durante a Assembleia-Geral na qual se realizou o acto eleitoral. A direcção agora eleita irá permanecer em funções até ao próximo mês de Maio e o novo presidente começa por alertar os associados, afirmando: “O tempo que temos é pouco para resolver tantos problemas. Como tal, o objectivo é realizar trabalho preparatório tendo em vista o mandato seguinte, quer continuemos ou não em funções. Tudo vamos fazer para não desiludir as pessoas que confiaram em nós, mas é bom que as expectativas não sejam demasiado altas”. Deste modo, Joaquim Veríssimo dos Reis aponta como principais objectivos deste mandato, “tentar solucionar a dívida à Caixa de Crédito Agrícola, referente a um empréstimo concedido para a construção da bancada e o desbloqueamento de um compromisso político entre o Sintrense e a Câmara Municipal, para a concessão de uma gasolineira, procurando saber qual a posição final da autarquia e das pessoas que negociaram o compromisso”. “A partir daí”, conclui, “ficarei a saber com o que conto”. Depois das duas direcções que sucederam ao longo mandato de Adriano Filipe terem fracassado, há agora alguma expectativa para saber se este grupo de pessoas conseguirá levar por diante aquilo a que se propõe. Sobre este aspecto, o novo líder afirma: “Nas anteriores direcções e mais concretamente na anterior de que fiz parte, houve demasiados problemas porque as pessoas não se conheciam, o que resultou numa certa luta pelo poder. Por outro lado houve ainda alguma falta de liderança e até de alguma sorte. Detectei inclusivamente sentimentos de ódio e de vingança que me desiludiram. Neste momento acredito que a direcção que lidero tem condições para fazer um trabalho diferente e quando tiver um relatório completo da situação, apresentarei aos sócios um plano de acção a ser desenvolvido nos próximos meses”.


Equipa de futebol promete

“É possível mais que a manutenção”
Nesta altura, com nove jornadas disputadas, o Sintrense ocupa a quinta posição da Série E com mais um ponto que o sexto classificado (Câmara de Lobos) e menos três que o segundo (Elvas). Um lugar confortável e prometedor no que respeita ao alcançar da meta proposta e que passa por disputar o «play-off» de subida, garantindo, desde logo, a manutenção. Sobre esse aspecto, Joaquim V. Reis afirma: “Até ao momento, a equipa está a cumprir os objectivos propostos. Já defrontámos os seis primeiros classificados e só não ganhámos ao Cacém. Isso prova que o Sintrense possui um plantel com qualidade para conquistar algo mais do que a simples manutenção através da presença no «play-off»”. E conclui: “Da parte da direcção iremos dar-lhes total apoio”.

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Quem faz isto merece andar no futebol?

por Luís Proença treinador dos juniores do Sintrense

A pergunta é legitima. Quem faz isto merece andar no futebol?

Foi no decorrer da 2ª parte do jogo Vilafranquense - Sintrense para a 5ª Jornada do Campeonato Distrital de juniores da 1ª Divisão. Decorria a 2ª parte de um encontro até rijamente disputado mas sem qualquer incidência disciplinar. Longe do local onde a bola estava a ser disputada um jogador do Vilafranquense encosta-se a um jogador do Sintrense e inesperadamente e sem nada que o fizesse prever agride-o pelas costas com... uma dentada de extrema violência. O jogador do Sintrense ao sentir a mordidela afasta instintivamente o agressor com o cotovelo. O auxiliar só vê o movimento do jogador do Sintrense que acaba por ser expulso em estado de grande sofrimento físico. A ferida nas costas do jogador do Sintrense é exibida à equipa de arbitragem que pura e simplesmente encolhe os ombros alegando que lamenta mas nada viu. Provavelmente acreditaram que foi o jogador que se mordeu a si próprio nas sua costas?!!!!
Face a isto é legitima a dupla pergunta. O jogador que agrediu com uma dentada merece andar no futebol? Será que o futebol vale mesmo a pena?
Fica o aviso a quem jogar com o Vilafranquense , clube que pela sua história não merecia um jogador assim.


Selecção Distrital sub-20

Vai realizar-se no próximo dia 19 de Novembro, Segunda-feira, às 18:30, no campo do Cultural da Pontinha, o 10º treino da selecção distrital de futebol masculino sub-20, que vai participar na fase final do Torneio Eusébio, Inter-Associações, entre 13 e 16 de Dezembro.
Foram convocados os seguintes jogadores que representam equipas do nosso Concelho:
Cacém- André Matias e Pedro Coelho;
Real- Richard Cravo;
1º Dezembro- Hugo Fernandes e Sérgio Semedo;
Sintrense- Miguel Nogueira;

3ª divisão - série E

por José Carlos Gonçalves no blogue Ser do Sintrense

Sport União Sintrense 2 - 1 Clube Oriental de Lisboa

O Sport União Sintrense conquistou neste domingo mais uma vitória no Campeonato Nacional de Futebol da 3ª Divisão, ao receber e vencer o Oriental por 2-1. Foi o 13º ponto conquistado nas últimas cinco partidas para a equipa do Sintrense, que assim segue moralizada neste campeonato, ocupando o 5º lugar a apenas quatro pontos do primeiro classificado. Diga-se que tem sido uma excelente recuperação da equipa, depois do azar ter batido à porta nas primeiras quatro jornadas.

A vitória frente ao Oriental foi muito sofrida, depois de uma primeira parte onde o Sintrense poderia ter resolvido cedo a contenda para o seu lado, fruto de uma excelente exibição de toda a equipa. Jogando em velocidade, a equipa do Sintrense “atrapalhou” a táctica montada por Pedro Gomes para esta partida. O agora técnico do Oriental, conhecia na perfeição esta equipa do Sintrense, já que para além de ter sido o técnico na época passada, já esta temporada assistiu em Sintra a um ou dois jogos do Sintrense. Com uma boa entrada na partida, o Sintrense criava alguns desequilíbrios no sector recuado do Oriental, fruto da boa movimentação ofensiva da equipa.

As oportunidades de golo iam surgindo, mas não eram convenientemente aproveitadas. Josué logo aos 7 minutos, teve o golo nos pés, mas deixou-se antecipar pelo defensor orientalista, quando todos já gritavam o primeiro golo.
Walnei também teve oportunidade de marcar aos 15 minutos na sequência da marcação de um pontapé de canto, valeu a atenção da defensiva do Oriental, que in-extremis, tirou o pão da boca do defensor do Sintrense.

Aos 20 minutos, um mau atraso de bola da defensiva orientalista quase que dava o primeiro golo ao Sintrense. Caprichosamente a bola, depois de ter passado por cima da cabeça de Gordinho, saiu a milímetros do poste .

Aos 24 minutos, Paulo Morgado é obrigado a mexer na equipa, com a saída do lesionado Mateus, para a entrada de Alex. A nível táctico pouco ou nada mudou com esta alteração.

O Sintrense era a equipa com sinal mais, com o Oriental a ter muitas dificuldades em travar o ímpeto da equipa da casa.

Com jogadas bonitas entre todos os sectores, a equipa do Sintrense procurava o golo, num futebol jogado ao primeiro toque e aberto, a provocar “mossas” no último reduto lisboeta.

Aos 38 minutos, na sequência de um livre no lado direito do ataque do Sintrense, Paulo Vieira cruza para a área, com Angel a tentar ainda tocar na bola e a enganar o guarda-redes contrário, com a bola a anichar-se na baliza de Gordinho. Estava feito o primeiro golo para gáudio dos adeptos sintrenses. Como o jogo estava a decorrer, esperavam-se mais golos, e quatro minutos depois, Miguel Abreu faz o 2-0 para o Sintrense numa jogada de insistência e plena de oportunidade. Com três minutos para o intervalo, o Sintrense chegava ao 2-0, resultado merecido para aquilo que a equipa tinha feito. Uma equipa pressionante, jogando com extrema concentração e bastante ofensiva, aproveitando a excelente mobilidade técnica e táctica dos seus jogadores, que levaram a lição estudada para dentro do campo.

Na segunda parte, entrou melhor o Oriental. Pedro Gomes apercebeu-se da força do meio campo do Sintrense, e mandou entrar Serginho para o lugar do extenuado veterano da equipa, Santiago.

O Oriental veio mais afoito, começou a criar algumas jogadas de perigo e também a desperdiçar algumas oportunidades. Uma entrada bem melhor para a segunda parte, com a equipa do Sintrense em dificuldades para perceber este volte face da equipa orientalista. Ou seja, de presa fácil, o Oriental começava a dar problemas à equipa sintrense.

Paulo Morgado retira Josué para a entrada do ponta de lança Nuno Duarte, tentando refrescar a sua frente de ataque. Do outro lado, Pedro Gomes tenta o tudo por tudo, retirando José Luís e colocando em campo Rui Santos.

O Sintrense tardava em encontrar-se, e aos 72 minutos, Lopo reduz o marcador para 2-1. O Oriental acreditava no volte face na partida, e o Sintrense começou a ser uma equipa mais nervosa.

Embalado na procura do golo, o Oriental abria brechas na sua defensiva, com os atacantes do Sintrense a não saberem aproveitar esses lances de contra ataque. O jogo estava vivo e com incerteza no resultado final. Pedro Gomes retira Rui Santos e coloca Tiago em campo. Paulo Morgado responde com a entrada de Miguel Ângelo para o lugar de Nuno Alves, dando mais segurança no seu meio campo.

A partida caminhava para o final, e aos 89 minutos, Nuno Duarte de cabeça, falha o 3-1 para o Sintrense, com a bola a passar muito perto da baliza de Gordinho. A emoção pairava entre os adeptos dos dois clubes, mas saiu-se melhor o Sintrense que aguentou o barco até ao fim, garantindo mais três pontos importantes para este campeonato.

Quanto à arbitragem de Carlos Macedo e seus assistentes, nada a apontar, já que estiveram em excelente nível.

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Sintrense 2 Oriental 1

retirado do Notícias da Manhã por Fernando Carvalho

E tudo se decidiu em três minutos
Os primeiros 15 minutos foram disputados muito velozmente mas com futebol de pouca qualidade com ambos os conjuntos a executar pontapés longos na tentativa de fazer chegar a bola mais depressa junto da área contrária.
Cerca dos 30 minutos, finalmente, uma ocasião de golo, criada pela defensiva visitante num atraso deficiente que obrigou Godinho a enviar a bola para a linha de fundo.
Ao minuto 39, na transformação de um livre directo com a bola posicionada junto do canto esquerdo da grande área, Paulo Vieira com um remate cruzado fez o golo que adiantou o Sintrense no marcador.
Embalados com o tento obtido a turma da casa, decorria o minuto 42, chegou de novo ao golo, na melhor jogada de entendimento do seu ataque, com Miguel Abreu a aparecer isolado na cara de Godinho não tendo dificuldade em concretizar.
Pouco depois terminou o primeiro período com um resultado lisonjeiro para o Sintrense face ao que produziu pois em três ocasiões criadas fizeram dois golos.
No reatamento, e logo no minuto inicial, a turma orientalista podia ter reduzido a desvantagem, contudo, o remate cruzado de Vítor Afonso fez a bola embater no poste perdendo-se a oportunidade.
Até cerca do minuto 70, assistiu-se a um jogo muito esforçado por parte da equipa visitante, contudo, sem resultados práticos pois a finalização não existiu, regra que teve a excepção no primeiro minuto e, por outro lado, a equipa visitada “a viver dos rendimentos”, só se adiantava no terreno quando não corria riscos de maior.
Ao minuto 73, o Oriental viu coroado de sucesso o seu empenho no jogo, obtendo um golo, num erro defensivo dos contrários que “pararam” a pedir deslocação de Lopo que rematou cruzado e rasteiro para o fundo das redes sintrenses.
Até final do tempo regulamentar assistiu-se a um jogo pressionante dos visitantes que não conseguiram “levar a água ao seu moinho”, podendo nos últimos momentos de compensação dado pelo juiz da partida, ter sofrido novo tento mas a oportunidade foi desperdiçada pela turma da casa.

sábado, 10 de novembro de 2007

Sintrense - Eleições

retirado do blogue Ser do Sintrense

Joaquim Veríssimo dos Reis é o novo Presidente do Sport União Sintrense.

Com um resultado histórico em termos percentuais, 95% dos Associados do Sport União Sintrense votaram no novo Presidente do Sintrense. Registaram-se 96 votos a favor de Joaquim Veríssimo dos Reis,4 votos nulos e 6 em branco.

Com estes resultados, Joaquim Veríssimo dos Reis fica para já com a particularidade de voltar a unir a família sintrense, que, e diga-se, já há muito tempo que fazia falta, pois só com UNIÃO o Sport União Sintrense poderá ter um futuro mais risonho.

Face a uma proposta do associado Rui Miranda, para que as eleições fossem por 2 anos e seis meses, a maioria dos presentes votou favoravelmente. No entanto, e face às dúvidas de três associados quanto à legalidade desta decisão face aos estatutos, o próprio Veríssimo dos Reis recusou essa proposta, candidatando-se apenas por seis meses, o que mereceu uma enorme salva de palmas dos associados presentes na Assembleia Geral.

Veríssimo dos Reis é assim o Presidente do Sport União Sintrense até Maio de 2008, com uma votação favorável esmagadora face aos números obtidos.

A família Sintrense voltou a estar unida.

Parabéns, Dr Joaquim Veríssimo dos Reis !


Lista completa dos novos órgãos sociais do clube


Assembleia Geral:

Presidente: Tenente Coronel, Paulo Roldão
Vice Presidente: José Manuel Patrão dos Santos
Secretário: Eduardo Duarte Casinhas
Secretário: António Jorge Manata

Direcção:

Presidente: Dr Joaquim Lourenço Veríssimo dos Reis
Vice Presidente Administrativo: Eng. Jorge Roldão
Vice Presidente Instalações e Actividades Desportivas: Dr Vítor Guilherme Filipe
Vice Presidente Relações Externas e Sociais: Eng. Joaquim Neto Filipe
Secretário Geral: Guilherme Conceição Duarte
Secretário-Adjunto: Jorge Manuel Cardoso
Tesoureiro: Jaime António Silva
Tesoureiro-Adjunto: Luís Alberto Sequeira
Director Futebol Sénior: Filipe Oliveira Lopes
Director Futebol Sénior Adj: Manuel São Bento Claudino
Director para a Formação: Luís Américo Moura Assunção
Director para Formação: Dr João Serra de Almeida
Director de Campo: João Salvador Godinho Lucas
Director de Actividades Recreativas: José Luís Almeida Àlvelos
Director de Futebol: Nuno Miguel da Costa Inácio

Conselho Fiscal:

Presidente: Dr Paulo Jorge Costa Parreira
Secretário: Dr Carlos Alberto Marcelino Albuquerque
Relator: Dr Joaquim Jorge Dias Luís
Suplente: Vítor Manuel Ferreira Lopes.

O SintraSport deseja a todos os elementos desta direcção um mandato com poucos problemas e muitos êxitos.

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Sintrense vai a votos

O Sintrense reúne-se esta noite, em Assembleia Geral, às 20 horas, no Salão Nobre do clube, na Portela de Sintra, para eleger nova Direcção.

por Nuno Costa no Noticias da Manhã

O Sintrense vai realizar esta noite, em Assembleia-geral convocada para o efeito, um acto eleitoral para apurar quem irá ficar à frente dos destinos do clube até ao final da actual época desportiva (Maio de 2008). A sufrágio irão estar duas listas. A primeira encabeçada pelo actual presidente, Neves Pedro, e a segunda pelo vice-presidente demissionário Joaquim Veríssimo dos Reis.
Para Neves Pedro, “havendo duas listas concorrentes e tendo em conta que, no final da época, vai haver novo acto eleitoral, não se justifica, à luz dos estatutos, que se constitua uma comissão administrativa nesta altura”. O ainda presidente do Sintrense garante ainda que, em face do actual momento do clube, estará “sempre do lado da solução e nunca do lado do problema ou da divisão”, defendendo que “os actuais estatutos deveriam ser revistos na medida em que estão ultrapassados”.
Já Joaquim Veríssimo dos Reis, não foge muito desse diapasão, garantindo que o seu objectivo passa por “unificar e pacificar, procurando unir o clube em redor de um objectivo”. E conclui: “O meu objectivo é dar credibilidade ao clube perante as instituições e a opinião pública”.

domingo, 4 de novembro de 2007

Sintrense reúne-se em assembleia

O Presidente da Mesa da Assembleia Geral do Sintrense convocou os sócios para reunirem-se em assembleia geral extraordinária, que se realiza na próxima sexta-feira, às 20 horas, no Salão Nobre do Complexo Desportivo de Sintra, para eleger corpos gerentes.

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Ainda o Sintrense e Alberto Bastos Lopes

retirado do Noticias da Manhã por Diogo Carvalho

“Tudo se resolveu da melhor maneira”

Um dia depois de confirmar ter chegado a acordo com o Sintrense, Alberto Bastos Lopes, antigo treinador da colectividade, pronunciou-se ontem de forma mais alongada sobre o assunto. “Nunca quis arranjar problemas a ninguém e quem me conhece sabe que não sou uma pessoa que goste de se envolver em polémicas. Esta situação aconteceu não por culpa minha, daí estar satisfeito por tudo se ter resolvido da melhor maneira”, afirmou ao NM o actual treinador do Peniche. No almoço de segunda-feira, que serviu para uma chegada a entendimento, o ex-presidente do Sintrense Adriano Filipe esteve presente, uma vez que foi ele quem contratou o treinador. “Gostei de rever Adriano Filipe, pessoa que sempre me tratou muito bem”, disse Bastos Lopes, acrescentando que, “desta vez” gostou da postura do actual presidente. “Neves Pedro mostrou-se disponível para chegar a acordo e isso agradou-me”. Ainda assim, Bastos Lopes lembra que a base de entendimento não foi conseguida há mais tempo porque não lhe foi feita a mesma proposta. “Se me tivessem proposto este acordo logo após a minha saída do Sintrense nada disto tinha acontecido”. Bastos Lopes confirmou ainda que o acordo corresponde ao pagamento, por parte do Sintrense, dos vencimentos correspondentes aos meses entre a saída do clube e a entrada no Peniche.

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Ainda o Sintrense - Alcochetense

retirado do jornal Actual Sintra

O encontro agendado para esta jornada prometia, já que seria um frente a frente entre os primeiro e quinto classificados da tabela. E não desiludiu. Apesar de nem sempre se ter praticado um futebol espectacular, o jogo de domingo valeu pela entrega das duas equipas, que proporcionaram uma partida agradável de seguir.
Foi a equipa da casa que começou melhor o encontro, mas, sobretudo na primeira meia hora, não se viram flagrantes oportunidades de golo. As equipas estavam tacticamente encaixadas, e só um lance de inspiração permitiu a Josué, aos 28 minutos, assinar o primeiro golo da tarde. Um lance muito bonito, em que o homem da casa se livrou mui-to bem de Lóia, e rematou cruzado, fora do alcance do guarda redes adversário. Estava melhor o Sintrense que, volvidos 4 minutos, viu o capitão Paulo Vieira, bem colocado em posição frontal, desperdiçar mais uma boa ocasião.
O Alcochetense reorganizou-se, e começou a acercar-se mais perigosa-mente da área contrária, tendo dado o primeiro sinal através de Willy, na sequência de um contra ataque rápido. Não marcaria nesta jogada, mas, aos 41 minutos, o árbitro leiriense Fábio Veríssimo assinalaria uma grande penalidade favorável aos visitantes, castigando um empurrão de Mateus ao mesmo Willy dentro da área de rigor. E seria este a converter a grande penalidade, de forma irrepreensível. O empate conferia alguma justiça, no final da primeira metade do desafio.
No segundo tempo, o Sintrense não conseguiu, muitas vezes, ser tão lúcido como na primeira parte, o que permitiu que, em algumas ocasiões, o adversário criasse algum perigo. No entanto, raras vezes o guarda redes Renato se viu em sérios apuros. A excepção mais relevante ocorreu em cima do minuto 75, após remate de Chiquinho, com boa intervenção do guardião da casa.
Os comandados de Paulo Morgado demonstraram sempre uma grande entrega ao jogo e vontade de vencer, mas, sobretudo em termos de finalização, revelaram algumas carências.
O resultado ajusta-se bem ao encontro, que teve uma boa arbitragem do trio de Leiria. O lance da grande penalidade é de difícil análise do local onde assistimos ao jogo, pelo que damos o benefício da dúvida a Fábio Veríssimo.

Paulo Morgado, treinador do Sintrense considerou que a sua equipa esteve «melhor no primeiro tempo, em que fomos mais perigosos e criámos mais lances de golo». No entanto, e tendo em conta o desenrolar do jogo, acha o resultado «justo, dado que o Alcochetense também se bateu bem». O técnico da casa analisou ainda o lance da grande penalidade, referindo que, do local onde se encontrava, Ihe pareceu bem assinalada, embora tenha ficado «com dúvidas se terá sido dentro ou fora da área, mas a falta existiu».