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terça-feira, 27 de novembro de 2007

Oriental derrota Alcochetense

por Sílvia Carvalho retirado do Notícias da Manhã

Nem com os golos deu para aquecer
O Oriental entrou no jogo aguerrido e logo aos seis minutos teve uma clara oportunidade de fazer o primeiro golo. No entanto, Vítor Gomes, que tinha conseguido isolar-se do lado direito face à defesa visitante, ficou «encantado» com tanta facilidade e atrapalhou-se, permitindo a reposição defensiva do Alcochetense e consequente roubo de bola.
Só aos treze minutos os visitantes «acordaram», com Marco Véstia a isolar-se na ponta esquerda da área. Contudo, o remate saiu-lhe muito por cima do «alvo», indo parar fora do campo. Com este ataque a equipa de Alcochete atiçou o jogo, conseguindo alguns lances ofensivos bem intencionados. A defesa do Oriental mostrou-se sempre uma barreira para as intenções do Alcochetense, e só através de deslizes dos jogadores do sector mais recuado da turma da casa, os jogadores visitantes conseguiram criar perigo junto da baliza adversária.
O jogo começou de novo a «arrefecer» com jogadas muito disputadas a meio campo, mas nunca com perigo para qualquer das balizas. Quando ninguém esperava, Sampaio com um remate de muito longe, equacionando a força e o jeito, fez o primeiro golo da partida. O «chapéu» perfeito ao guardião João Henrique fez com que se ouvissem as primeiras palmas dos adeptos, aos 34 minutos.

Na segunda parte, e apesar das alterações nas duas equipas, o jogo manteve-se muito frio e sem grandes oportunidades. Fica só em destaque o segundo golo do Oriental, aos 63 minutos, por intermédio de Vítor Afonso, mais uma vez quando ninguém esperava. Uma jogada confusa do lado esquerdo da área faz com que Vítor Afonso se consiga isolar na área e foi só rematar para o fundo das redes.
A restante partida foi igual a que se tinha visto na primeira parte, com muita vontade de ambas as equipas, principalmente do Alcochetense depois do segundo golo, mas sem nunca haver oportunidades claras para alguém mexer no marcador.

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Quarteto ausente no Alcochetense

Além do defesa Dani e do avançado Ribeiro. Carlos Lóia, treinador do Alcochetense, não conta com os médios Pina e Ricardo, inaptos para a deslocação a Marvila ao terreno do Oriental, no grande jogo da jornada.

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Alcochetense lidera série E com um percurso notável

retirado do jornal "A Bola" por Miguel Mendes

Meio ano sem perder

Um percurso notável aquele que o Alcochetense vai percorrendo desde as últimas jornadas da época passada. A equipa de Carlos Lóia não perde desde 1 de Maio (derrota com o Oeiras, por 0-1) e segue isolada no topo da Série E da III Divisão. Já lá vão mais de seis meses. Os segredos do sucesso, segundo o técnico, resumem-se em três palavras: humildade, qualidade e motivação. Até parece fácil...

Surpresa... só para quem não acompanhou o percurso da equipa. Garantia de Carlos Lóia que não escondeu o bom momento que o Alcochetense atravessa. Mais de seis meses sem perder que, desde logo, segundo o treinador, são números que deixam qualquer adversário motivado.

«Tenho notado isso de jogo para jogo. Já no último jogo, com o Igreja Nova, festejaram o empate como se de uma vitória se tratasse. Sinto que somos um alvo a abater. Mas não nos vamos deixar cair por isso», garantiu o treinador, que revelou os segredos da invencibilidade: «É simples. Humildade, qualidade e motivação. Tudo junto, mais o apoio da Direcção, conseguimos ser fortes.»

O próximo teste será diante do Oriental e Dani (defesa) e Ribeiro (avançado) ficam de fora devido a lesão.

domingo, 11 de novembro de 2007

3ª divisão nacional - série E

Duo lesionado no Alcochetense
O defesa Pina e o avançado Ricardo Ribeiro, do Alcochetense, lesionaram-se no último jogo e não são opção para a recepção ao Igreja Nova.

Trio de fora no Igreja Nova
Os defesas Vitinha e Kadu, do Igreja Nova, estão castigados e fora das contas para o jogo com o Alcochetense. O avançado Pedro Rodrigues não joga por lesão. O clube quer contratar um defesa e um médio.

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

3ª divisão - série E

Macedo observado no Bombarralense
O médio Macedo, que representou o Caldas, está a treinar-se com o plantel do Bombarralense. O jogador vai tentar convencer o treinador Gila para permanecer no plantel e assinar contrato.

Duas baixas no Alcochetense
O avançado Ricardo e o defesa Pina estão lesionados e, por isso, fora das contas do treinador do Alcochetense, Carlos Lóia, para o jogo com o Igreja Nova.

Elvas - Direcção mantém-se
O defesa-direito Marcelo, presença habitual no onze de Paulo Mendes, está suspenso. O jogador quebrou regras disciplinares do clube, pelo que aguarda por uma comunicação quanto ao seu futuro no emblema.
Quanto ao elenco directivo, discutido em assembleia geral extraordinária devido à intenção do secretário-geral e do tesoureiro em abandonarem o clube, a estrutura manter-se-á igual, com Eurico Candeias na presidência, depois de ambos os dirigentes terem recuado na decisão de sair. Assim, a Direcção cumprirá o mandato, que finda em Janeiro, sem que se saiba ainda se o presidente se recandidata.

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Ainda o Sintrense - Alcochetense

retirado do jornal Actual Sintra

O encontro agendado para esta jornada prometia, já que seria um frente a frente entre os primeiro e quinto classificados da tabela. E não desiludiu. Apesar de nem sempre se ter praticado um futebol espectacular, o jogo de domingo valeu pela entrega das duas equipas, que proporcionaram uma partida agradável de seguir.
Foi a equipa da casa que começou melhor o encontro, mas, sobretudo na primeira meia hora, não se viram flagrantes oportunidades de golo. As equipas estavam tacticamente encaixadas, e só um lance de inspiração permitiu a Josué, aos 28 minutos, assinar o primeiro golo da tarde. Um lance muito bonito, em que o homem da casa se livrou mui-to bem de Lóia, e rematou cruzado, fora do alcance do guarda redes adversário. Estava melhor o Sintrense que, volvidos 4 minutos, viu o capitão Paulo Vieira, bem colocado em posição frontal, desperdiçar mais uma boa ocasião.
O Alcochetense reorganizou-se, e começou a acercar-se mais perigosa-mente da área contrária, tendo dado o primeiro sinal através de Willy, na sequência de um contra ataque rápido. Não marcaria nesta jogada, mas, aos 41 minutos, o árbitro leiriense Fábio Veríssimo assinalaria uma grande penalidade favorável aos visitantes, castigando um empurrão de Mateus ao mesmo Willy dentro da área de rigor. E seria este a converter a grande penalidade, de forma irrepreensível. O empate conferia alguma justiça, no final da primeira metade do desafio.
No segundo tempo, o Sintrense não conseguiu, muitas vezes, ser tão lúcido como na primeira parte, o que permitiu que, em algumas ocasiões, o adversário criasse algum perigo. No entanto, raras vezes o guarda redes Renato se viu em sérios apuros. A excepção mais relevante ocorreu em cima do minuto 75, após remate de Chiquinho, com boa intervenção do guardião da casa.
Os comandados de Paulo Morgado demonstraram sempre uma grande entrega ao jogo e vontade de vencer, mas, sobretudo em termos de finalização, revelaram algumas carências.
O resultado ajusta-se bem ao encontro, que teve uma boa arbitragem do trio de Leiria. O lance da grande penalidade é de difícil análise do local onde assistimos ao jogo, pelo que damos o benefício da dúvida a Fábio Veríssimo.

Paulo Morgado, treinador do Sintrense considerou que a sua equipa esteve «melhor no primeiro tempo, em que fomos mais perigosos e criámos mais lances de golo». No entanto, e tendo em conta o desenrolar do jogo, acha o resultado «justo, dado que o Alcochetense também se bateu bem». O técnico da casa analisou ainda o lance da grande penalidade, referindo que, do local onde se encontrava, Ihe pareceu bem assinalada, embora tenha ficado «com dúvidas se terá sido dentro ou fora da área, mas a falta existiu».

Breves

Divisão de Honra AFL

Mais uma mudança de treinador
Há uma equipa da Honra que mudou de treinador. Nas próximas horas publicaremos o nome do clube e do seu novo treinador.

Pêro Pinheiro estreia Rato
Foi no passado Domingo na Encarnação, que o Pêro Pinheiro estreou o seu novo reforço.
Rato, que jogava na Associação Torre, jogou os últimos 10 minutos na última partida do campeonato, num jogo que o treinador Carlos Rilhas teve que chamar o junior Motorola devido à falta de jogadores (são vários os jogadores lesionados no plantel do Pêro Pinheiro).

2ª Divisão - Série D

Carregado sem Paulo Silva
Paulo Silva, defesa-central do Carregado, lesionou-se no jogo com o Juventude Évora e está em dúvida para a deslocação ao terreno do Atlético. O treinador Elói Zeferino não conta, para já, com os lesionados Tomás, Padinha, João Pedro e Diogo.

3ª Divisão - Série E

Crise no Cartaxo - Presidente quer sair
Crise instalada no Cartaxo. À crise desportiva — a equipa ocupa o penúltimo lugar da série E da III Divisão —, alia-se um grave problema directivo com

o presidente Avelar Marques a ameaçar demitir-se na próxima reunião de Direcção, marcada para sexta-feira.

«A ideia passa mesmo por sair. A decisão não passa pelos resultados, mas pelo tratamento que temos por parte da Câmara Municipal que só apoia alguns clubes», apontou o dirigente, que, pouco depois, prosseguiu com as críticas: «O tratamento não é igual para os outros clubes do concelho. Assim não dá para continuar...»

Duas baixas no Alcochetense
O central Pina e o avançado Ricardo Ribeiro, ambos do Alcochetense, lesionaram-se no jogo com o Sintrense e não se treinaram com o restante plantel.

terça-feira, 30 de outubro de 2007

3ª Divisão Nacional -Série E

por Ricardo Miguel no Noticias da Manhã


Sport União Sintrense 1 vs Grupo Desp. Alcochetense 1

Uma tremenda exibição do Sintrense provou que, ao contrário do que a classificação indica, o Alcochetense não é uma equipa imbatível. De facto, a formação da margem Sul bem pode contentar-se com o empate (1-1) arrancado a ferros no terreno do quinto classificado, o Sintrense. A um penalty do sonho Não fora uma grande penalidade de natureza duvidosa - não nos parece que Mateus tenha empurrado o avançado da formação do Alcochetense, na sequência de uma indecisão da defesa da equipa da casa - a favor do líder da prova e pensamos que muito dificilmente este poderia ter evitado a derrota perante uma equipa que fez das tripas coração para negar que a melhor qualidade futebolística do visitante pudesse vir ao de cima. Mas o árbitro apontou para a marca da grande penalidade e Willy (talvez o melhor valor do Alchochetense) empatou, mesmo ao cair do pano da primeira parte, uma partida que, até então, estava a ser ganha e dominada pelo Sintrense. Tal domínio tivera no remate certeiro de Josué, aos 29 minutos, o seu ponto alto. Uma jogada individual que culminou com um remate, quase sem ângulo, que fez explodir de alegria o bem composto Estádio do Sintrense. Só de livre... O Alcochetense até começou melhor a segunda parte, tendo ficado mesmo perto do golo, quando Ricardo obrigou Renato a uma apertada defesa, aos 53’. No entanto, foi sol de pouca dura. Coube sempre, durante a meia hora final da partida, ao Sintrense o domínio da partida e só não se gritou golo novamente porque, também na sequência de um livre, a bola enviada por Pedro Alves com o seu pé direito saiu a rasar o poste da baliza do Alcochetense. A partida terminaria com um empate que, apesar de poder ser considerado justo, esteve muito perto de se ter tornado na primeira derrota do líder na prova.

domingo, 28 de outubro de 2007

3ª Divisão Nacional - Série E

por José Carlos Gonçalves no blog Ser do Sintrense

Sport União Sintrense 1 vs Grupo Desp. Alcochetense 1

Quem se deslocou ao Complexo Desportivo do Sport União Sintrense, não deu certamente o tempo por mal empregue.
Sintrense e Alcochetense proporcionaram um excelente espectáculo de futebol, com incerteza no resultado até ao último apito do árbitro. Duas excelentes equipas que se entregaram ao jogo na procura dos três pontos, com muita abnegação, dedicação e vontade de conquista. Ganhou o espectáculo e ganhou o público presente, por sinal bem numeroso, no primeiro dia da nova hora de Inverno. A presença de um número agradável de público muito se deve à carreira de ambas as equipas. De Alcochete vieram também um bom número de adeptos, enquanto os adeptos sintrenses vinham apoiar a sua equipa, na procura da quarta vitória consecutiva.

Estas partidas entre Sintrense e Alcochetense têm decorrido ao longo destes anos sob o signo do equilíbrio. Para não fugir à regra, na tarde de hoje esse equilibrio de forças voltou a manifestar-se no Campo Nº 1 do Sintrense.

O Alcochetense vinha de uma folgada vitória (5-0) frente ao Elvas, resultado que certamente moralizou a equipa. Uma equipa bem orientada, bastante arrumadinha e que em Sintra mostrou atributos. Aliás, nas bancadas dizia-se que foi a melhor equipa que passou este ano por Sintra.

Do lado do Sintrense, a equipa demonstrou valentia, arreganho e um espírito de entreajuda notável, procurando sempre a vitória e superiorizando-se em largos períodos de jogo à formação do Alcochetense.

Com um meio campo muito batalhador e com a técnica apurada de Paulo Vieira, o Sintrense entrou bem na partida. Velocidade sobre a bola e uma enorme pressão sobre o adversário, impediram que a equipa do Alcochetense se pudesse organizar nos primeiros quinze minutos da partida. No sector recuado do Sintrense, tanto Renato, como a defensiva iam dando conta do recado, e as poucas investidas iniciais do Alcochetense eram bem resolvidas pelo último reduto do Sintrense.

Lá na frente, Josué e Miguel lutavam muito, e principalmente Josué , lá ia dando trabalho redobrado à defensiva do Alcochetense. Isto porque o ex-júnior do Sintrense, lá nas alturas, ganhava mais lances do que perdia, mas nem sempre aproveitados pelos seus colegas para o último remate à baliza adversária. Neste aspecto, a formação do Alcochetense deixava sempre dois defensores por perto e Josué numa marcação cerrada ao atacante sintrense. Uma marcação que libertava um pouco Miguel para outras funções, mas onde a equipa do Sintrense pecava no capítulo de remate.

O jogo equilibrava-se, e o Alcochetense começou a jogar mais rápido e mais fluído, com descidas mais perigosas à baliza de Renato. Valia por um lado, a defensiva do Sintrense, sempre muito certinha, e a atenção do guardião do Sintrense.

À passagem da meia hora, Josué pela direita do seu ataque “inventa” um buraco na baliza de João Henrique, e numa bonita insistência individual, inaugura o marcador em Sintra. Um golo muito festejado pela equipa e pelos adeptos.

Dois minutos depois, o Sintrense tem o segundo golo à mercê, mas Angel atira por cima da baliza de João Henrique. Na procura do golo do empate, a equipa do Alcochetense abria espaços na sua rectaguarda, embora nem sempre bem aproveitados pelos homens do Sintrense, que com mais calma e concentração, poderiam ter sentenciado ali a partida. Não o fizeram, e aos 44 minutos, Willy é empurrado na grande área do Sintrense, com o árbitro a assinalar a marca da grande penalidade. Chamado a converter, Willy não perdoa e restabelece a igualdade.

Um golo que surgia mesmo sob o intervalo e que poderia moralizar a equipa da outra banda.

Paulo Morgado mexe na equipa, e retira Adérito (por lesão?) para a entrada de Emanuel. O Alcochetense entra melhor na segunda parte, sempre com Willy e Ricardo a aparecerem com perigo junto à área Sintrense, valendo a atenção da defensiva canarinha para suster o ímpeto inicial do Alcochetense.

O primeiro quarto de hora da segunda parte vimos uma maior posse de bola por parte dos homens da outra banda, com o Sintrense a tentar lançar rápidos contra ataques e a tentar surpreender a equipa adversária. Jogava-se rápido na procura do melhor resultado possível, com o Sintrense a dar uma boa resposta e a colocar sempre em sentido a defensiva de Alcochete.

Paulo Morgado tentava ganhar a partida, lançando para o campo, Jorge Bento em detrimento do “estafado”Josué. Já antes, Carlos Lóia tinha mandado entrar Mauro e Koman para refrescar o seu meio campo e dar-lhe um maior envolvimento na partida.

Jogava-se o tudo por tudo nos bancos, com ambos os técnicos a apostarem na conquista dos três pontos. Jogava-se em alto ritmo e qualquer equipa poderia marcar. Apesar das oportunidades criadas por ambas as equipas, o resultado não sofreria alterações até ao final da contenda.

No cômputo geral, o empate aceita-se, porque as equipas equivaleram-se no seu todo. Duas boas equipas a darem garantias aos seus técnicos e massa associativa, de que podem fazer uma boa época.

Quanto ao trabalho da equipa de arbitragem, nem sempre mostrou a mesma dualidade de critérios, com claro prejuízo para o Sintrense. Se bem que exista essa grande penalidade contra o Sintrense, já antes uma jogada de mão na bola de um defensor do Alcochetense dentro da sua grande área, nos deixou grandes dúvidas.

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

3ª Divisão - Série E

retirado do Notícias da Manhã

“Ainda é muito cedo para pensarmos na subida”


Já tem sete golos apontados nas sete primeiras jornadas da Série E e é o melhor marcador do Alcochetense, actual líder da prova. Autor de metade dos golos da sua equipa e de um hat-trick na goleada infligida ao Elvas no último domingo (5-0), William é o nome de maior destaque na formação comandada por Carlos Lóia. Satisfeito, o avançado recrutado ao Montijo, afirma: “Estou espantado porque não estava à espera de marcar tantos golos tão depressa. A época está a correr bem, pois tenho uma média de um golo por jogo”. Sobre a equipa, o ponta-de-lança não tem dúvidas: “é uma equipa boa, nova e aguerrida, pelo que não me surpreendem os pontos que temos conquistado”. Ainda assim, no que concerne aos objectivos, o jogador de 24 anos é mais comedido, considerando que “ainda é muito cedo para pensarmos na subida. Temos é que pensar jogo a jogo, para conseguirmos ficar nos seis primeiros”. Na próxima jornada, o Alcochetense irá jogar ao terreno do Sintrense, equipa que vem de três vitórias consecutivas.