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segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Jornada das confusões

A jornada deste fim de semana da Divisão de Honra da AFL fica marcada não pelos golos ou por uma prestação mais convincente desta ou daquela equipa, mas sim por comportamentos menos correctos de público e de mais grave jogadores e dirigentes.
Aconteceu em Ponterrol no jogo Ponterrolense Águias da Musgueira, como já noticiamos hoje e no Associação da Torre contra o Lourel.

Num jogo segundo consta mal arbitrado em claro prejuízo do espectáculo, onde apenas houve um amarelo e uma expulsão de um jogador da Torre após agressão sem bola perto do final. Após o término do mesmo desencadear-se uma série de acontecimentos nada prestigiantes para um campo de futebol.
Após o apito final, um jogador da Torre sai do banco de suplentes agride um jogador do Lourel, instalando-se a confusão , com alguns dirigentes do clube da linha a incitar em vez de acalmar os ânimos, tendo o árbitro da partida expulsado alguns jogadores já com o jogo terminado. Apesar de aparecerem duas carrinhas com o corpo da intervenção da PSP felizmente tudo se sanou sem a intervenção das forças policiais. Bastando a sua presença para serenar os ânimos.

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Divisão de Honra - Ponterrolense 2 Lourel 0

por Paulo Figueiredo retirado do Notícias da Manhã.

Reentrada fulgurante valeu 3 preciosos pontos.
O Lourel entrou melhor na partida. Logo aos 5 minutos, Chicha em boa posição não conseguiu dar o melhor seguimento a um cruzamento de Leandro. Aos 22 minutos, o mesmo Chicha, completamente isolado, não teve arte nem engenho para bater o guardião João Irra.
O Ponterrolense reagiu, tendo equilibrado o encontro. Mérito para o desempenho de Nuno, sem dúvida, o mais inconformado jogador dos locais na primeira parte. Muito rematador, Nuno obrigou a defesa do Lourel a aplicar-se para negar o golo ao avançado da turma da casa.
Ainda antes do final do primeiro tempo, Leandro voltou a assustar João Irra. No entanto, o nulo manter-se-ia até ao intervalo, resultado que se aceitava pese o maior domínio dos visitantes.

No reatamento tudo foi diferente. O Ponterrolense entrou com outra disposição e, logo aos 49 minutos, Ricardo Silva inaugurou o marcador. De fora da área, o médio apontou um tento soberbo não dando qualquer hipótese a Hermes.
Dez minutos depois, os locais aumentaram a vantagem. Desta feita, foi Naco a bater Hermes. Após um remate defeituoso de Bruno, e quando o lance parecia perdido, Naco emendou para o fundo das redes colocando a sua equipa a vencer por 2-0.
O Lourel reagiu, obrigando os donos do terreno a recuar. A equipa comandada por Tozé Querido criou algumas oportunidades de golo, mas João Irra revelou-se sempre muito seguro. Beto II e Canigia foram os mais rematadores mas viram o guardião contrário negar-lhes, com duas excelentes defesas, o golo.
A maior eficácia do Ponterrolense foi a chave do encontro. A vitória dos locais aceita-se, mas a margem de dois golos constitui castigo demasiado severo para o Lourel que, por tudo o que fez, merecia o tento de honra.
Apesar de alguns erros, o trio de arbitragem não teve qualquer influência no desfecho final do encontro.Apesar de alguns erros, o trio de arbitragem não teve qualquer influência no desfecho final do encontro.

Nos balneários :
Vítor Martins (Treinador do Ponterrolense): “Penso que fomos justos vencedores. Apesar da boa réplica dada pelo Lourel, provando que é uma boa equipa, a vitória assenta-nos bem. Merecemos o triunfo principalmente pelo que fizemos no segundo tempo. Continuamos a vencer em casa mas há que tentar também conquistar pontos fora”.
Tozé Querido (Treinador do Lourel): “Se houvesse justiça no futebol, o resultado não teria sido este. O Ponterrolense fez dois remates e marcou outros tantos golos. Criámos as melhores oportunidades, mas, por manifesta falta de sorte, não conseguimos concretizar. Considero que fizemos o nosso melhor jogo fora de casa mas o futebol é isto mesmo”.